quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ESPECULAÇÕES CHINESAS

As tipografias imprimem a bold a taxa mais badalada por estes dias: 7%.
Esta seria a taxa da dívida do Estado a 10 anos a partir da qual passamos do Cabo da Boa Esperança para o Cabo das Tormentas. Os ventos que nos empurram são os ventos poderosíssimos dos especuladores financeiros.
O que se ouve provoca muitas vezes urticária.
Uma das últimas é que os tais especuladores - esses seres - estão a ganhar fortunas com a dívida soberana nacional. (E é verdade em muitos casos). Estariam a comprar dívida para ganharem bom dinheiro. Seria escusado dizer que comprar Portugal hoje é o inverso de especular contra Portugal mas pode render bastante a prazo.
Mas a insistência é que os especuladores andam a comprar a nossa dívida para … especularem.
Interessante é também perceber que alguns destes críticos são também grandes defensores do status quo da China e, como se ouviu, a China mostrou-se disposta a fazer-nos o favor de comprar dívida pública. Obter uma remuneração de 7% ao ano durante 10 anos pode ser um negócio da China.
Não consegui ouvir os defensores do status quo chinês, depois disto, chamar especuladores aos chineses.
Cheira ligeiramente a incoerência.

Luis Rosa


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O CARÁCTER INTERNACIONALISTA DO POVO PORTUGUÊS

- Se tem um problema intrincado...................- Vê -se grego;
- Se não compreende alguma coisa............- "aquilo" é chinês;
- Se trabalha de manhã à noite.......- trabalha como um mouro;
- Se vê uma invenção moderna.............- É uma americanice;
- Se alguém fala muito depressa.......- fala como um espanhol;
- Se alguém vive com luxo.........- vive à grande e à francesa;
- Se alguém quer causar boa impressão...- é só para inglês ver;
- Se alguém tenta regatear um preço...- é pior que um cigano;
- Se alguém é agarrado ao dinheiro .....- é pior que um judeu;
- Se vê alguém a divertir-se....- está a gozar que nem um preto;
- Se vê alguém com um fato claro vestido........- parece um brasileiro;
- Se vê uma loura alta e boa......- parece uma autêntica sueca;
- Se quer um café curtinho...................- pede uma italiana;
- Se vê horários serem cumpridos..- trata-se de pontualidade britânica;
- Se vê um militar bem fardado....- parece um soldado alemão;
- Se uma máquina funciona bem......- é como um relógio suíço;

Mas quando qualquer coisa corre mal....... - Esta merda é mesmo " à PORTUGUESA"!

MUDAM-SE OS TEMPOS, não se MUDAM AS VONTADES

Nós estamos num estado comparável somente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal.
Eça de Querós, "As Farpas" , 1872

SUSPENSOS

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A GUERRA CAMBIAL

Ao mesmo tempo que acusa os chineses de usarem a moeda (o renmimbi) para suportarem as exportações, os E.U.A. estão a exportar a crise para a Europa.
O câmbio entre o euro e o dólar passou de 1.20 a meio de Junho para 1.40 actualmente. Esta queda do dólar foi devido aos E.U.A. terem convencido toda a gente de que iam manter as taxas de juro muito baixas ad eternum.
Se um depósito em dólares paga zero, o caminho é procurar alguma aplicação que dê um pouco mais. Por isso, há fuga ao dólar e este está a cair em relação ao euro.
Com este pano de fundo, a Europa sair da crise auxiliada pelo aumento das exportações é uma miragem. O azar é que não há outra saída.
Esta guerra cambial – que se pretendia sobre os chineses – por manobras tácticas americanas, está a lançar metralha sobre a Europa. Mas deve ser fogo amigo.

Luis Rosa

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

OUTONO


Arquitectura naval na paisagem outonal algarvia.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

CARTAZ - A. RAMOS PINTO


As campanhas de publicidade do vinho do Porto da A. Ramos Pinto foram das mais ousadas, em Portugal, tendo em conta a época (início do século passado).
O grafismo era inovador, os temas arrojados com o impacto que se pretende neste tipo de arte.

ENCONTRO- PATRIMÓNIO NATURAL E CULTURAL

O Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico (GECoRPA), em conjunto com a QUERCUS - Associação Nacional de Conservação da Natureza e o ICOMOS Portugal - Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios, promovem, dia 18 de Outubro, o Encontro Património Natural e Cultural: Construção e Sustentabilidade! Será no Auditório 3 da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, que todos os decisores e agentes dos sectores ligados ao ordenamento do território, ao planeamento urbano, à construção e à gestão do edificado e da infra-estrutura participaram nos objectivos do encontro: evidenciar os múltiplos impactos da construção sobre o património natural e o património cultural; e demonstrar que as estratégias tendentes a conservar o património natural e a reabilitar e valorizar o património construído contribuem para a sustentabilidade do sector da construção.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

PROPOSTA DE LEI DE LICENCIAMENTO ZERO

Extrato da proposta de Lei que está em fase de audição pública relativamente ao LICENCIAMENTO ZERO.
... "O sentido da presente autorização é o de simplificar os regimes de acesso e de exercício de actividades, reduzindo os encargos administrativos sobre os cidadãos e as empresas mediante a eliminação de permissões administrativas, como licenças, autorizações, validações, autenticações, certificações, comunicações, registos e outros actos permissivos, substituindo-os por uma mera comunicação prévia, um reforço da fiscalização sobre essas actividades e pelo incremento das sanções em caso de incumprimento das obrigações legais ou regulamentares.(...)
A simplificação do regime de instalação e de modificação de estabelecimentos de restauração ou de bebidas, de comércio ou de armazenagem de bens e de prestação de serviços compreende, designadamente:
A substituição da permissão administrativa destes estabelecimentos por uma mera comunicação prévia da informação necessária à verificação do cumprimento dos requisitos legais, a efectuar em balcão único electrónico;
A simplificação do regime da realização de operações urbanísticas sujeitas a comunicação prévia, permitindo que a informação seja enviada no mesmo suporte electrónico da comunicação referida na alínea anterior com eliminação da obrigatoriedade de envio de informação desnecessária ou redundante;
A simplificação do regime da alteração de utilização do imóvel ou da fracção onde irão ser instalados os estabelecimentos, permitindo que o pedido seja enviado no balcão único electrónico onde se efectua a comunicação referida na alínea a) com eliminação da obrigatoriedade de envio da informação desnecessária ou redundante;
A simplificação e extensão a outras actividades do regime de solicitação da dispensa dos requisitos legais ou regulamentares aplicáveis às instalações, equipamentos e ao funcionamento das actividades económicas exercidas no estabelecimento, nomeadamente mediante a criação de um regime de comunicação prévia com prazo;
A simplificação do regime da utilização privativa do domínio público das autarquias locais para determinados fins habitualmente associados à exploração de um estabelecimento comercial, substituindo o licenciamento ou a concessão dessa utilização por uma mera comunicação prévia, efectuada por via electrónica, e pela fiscalização do cumprimento de critérios aprovados previamente pelos municípios;
A regulação do regime de utilização privativa do domínio público das autarquias locais para determinados fins e fazer depender a produção de efeitos dos critérios a que deve estar sujeita aquela utilização privativa da sua divulgação no sítio da Internet onde é efectuada a comunicação nos termos da alínea a);
A regulação da tutela da utilização privativa do domínio público das autarquias locais para determinados fins, nomeadamente conferindo aos municípios a possibilidade de remover, destruir ou por qualquer forma inutilizar os elementos que ocupem ilicitamente o domínio público e atribuindo-lhes a competência para embargar ou demolir obras com a mesma finalidade;
A regulação do regime das taxas, designadamente determinando que estas apenas se mostrem devidas após a sua divulgação no sítio da Internet onde é efectuada a comunicação prévia nos termos da alínea a); ...

MEMÓRIAS DAS FÉRIAS

(Odeleite)

Platibanda em redilhado branco, a lembrar mais a arte das chaminés típicas algarvias. O trabalho de estuque concentra-se nos cunhais e no medalhão central sobre a porta da casa. Os motivos são, tal como na maioria dos casos, geométricos e repetidos com excepção do relevo central com representação floral. A marcar os topos laterais da platibanda estão uns elementos originais que mais parecem remates de mesquitas ou minaretes.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

QUER UMA CASA? COMPRE DAQUI A 30 ANOS

Um estudo recente (BIS Working Papers. No 318. Ageing and asset prices) avalia a relação entre a demografia e o preço dos imóveis (em termos reais) e chega à conclusão de que Portugal é o país de entre os 14 considerados onde o impacto demográfico até 2050 sobre o preço das casas é maior.
Isto é antecipado porque 1º a população está a envelhecer e 2º o rácio de dependência (rácio entre o número de idosos e a população activa) está a subir. O factor demográfico vai agravar-se porque a população não vai crescer e pode até diminuir e também porque o peso dos idosos continuará a aumentar.
E isto é assim porque existe a presunção de que as pessoas acumulam riqueza durante a vida activa para que possam manter o seu nível de vida depois. Ou seja, para além de poder haver uma procura pouco dinâmica porque a população não aumenta, poderá haver alguma pressão de venda por parte da população idosa que também faz baixar os preços.
O estudo, provavelmente, não contou com a oferta latente de casas que há em Portugal devido a factores culturais, jurídicos, etc. que deverá acentuar estes efeitos.
Se a mensagem deste estudo se concretizar podemo-nos dividir em dois grupos: o grupo dos que vão precisar de (mais) habitação nas próximas décadas e o grupo dos que vão precisar de menos habitação nas próximas décadas. O primeiro, o grupo com menos jovens, vai amargá-las – pode querer vender imóveis e … nada. O segundo, o grupo com mais jovens, será beneficiado porque vai aos saldos.
Assim, os que querem comprar casa mas só daqui a alguns anos é que estão (vão estar) bem.
Luis Rosa

PARQUE DE ENERGIAS RENOVÁVEIS

Moinhos de vento, aerogeradores e painéis solares, são alguns dos equipamentos que poderão ser encontrados no primeiro parque temático do país vocacionado para as energias renováveis.
O parque temático de energias renováveis de Loures situa-se no Parque Urbano de Santa Iria da Azóia, criado em 2000 num espaço que serviu de aterro à Valorsul entre os anos de 1988 e 1996, e que viria a ser recuperado e reconvertido nos anos seguintes.
Neste espaço encontrava-se já, desde 2006, uma horta solar, um projecto impulsionado pelo Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal de Loures, que já recebeu uma menção honrosa da Direcção-Geral das Autarquias Locais pelas boas práticas na área do ambiente, tendo-lhe sido atribuído, o terceiro lugar do concurso de projectos inovadores na área da Sustentabilidade Local.
O parque temático é constituído por um pólo de demonstração de equipamentos, espalhados por 24 hectares, como moinhos de vento, aerogeradores, e painéis solares que se encontram em funcionamento e mostram aos visitantes todo o processo de recolha e transmissão de energia.Nas cabanas do PTER, alimentadas por aerogerador e paineis solar fotovoltaicos, os utentes poderão carregar telemóveis, trabalhar com computadores portáteis, ouvir música, ligar consolas de jogos, etc. Para complementar, uma mini-hídrica instalada no pequeno lago do Parque Urbano irá produz energia eléctrica.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

HABITAR PORTUGAL


Numa iniciativa da Ordem dos Arquitectos, com o apoio da Mapei, a exposição Habitar Portugal 2006-2008 está em Tavira, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, propondo-se mostrar ao público a diversidade da produção arquitectónica nacional dos últimos três anos, quer em território português, quer no estrangeiro.

ADVOGADOLÊS

Mais uma do Diário da República...
O art. 1º do Dec.-Lei 35/2010 de 15 de Abril começa da seguinte forma:

"Os artigos 143.º e 144.º do Código do Processo Civil aprovado pelo Decreto -Lei n.º 44 129, de 28 de Dezembro de 1961, alterado pelo Decreto -Lei n.º 47 690, de 11 de Maio de 1967, pela Lei n.º 2140, de 14 de Março de 1969, pelo Decreto -Lei n.º 323/70, de 11 de Julho, pela Portaria n.º 439/74, de 10 de Julho, pelos Decretos -Leis n.os 261/75, de 27 de Maio, 165/76, de 1 de Março, 201/76, de 19 de Março, 366/76, de 15 de Maio, 605/76, de 24 de Julho, 738/76, de 16 de Outubro, 368/77, de 3 de Setembro, e 533/77, de 30 de Dezembro, pela Lei n.º 21/78, de 3 de Maio, pelos Decretos -Leis n.os 513 -X/79, de 27 de Dezembro, 207/80, de 1 de Julho, 457/80, de 10 de Outubro, 224/82, de 8 de Junho, e 400/82, de 23 de Setembro, pela Lei n.º 3/83, de 26 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 128/83, de 12 de Março, 242/85, de 9 de Julho, 381 -A/85, de 28 de Setembro e 177/86, de 2 de Julho, pela Lei n.º 31/86, de 29 de Agosto, pelos Decretos -Leis n.os 92/88, de 17 de Março, 321 -B/90, de 15 de Outubro, 211/91, de 14 de Junho, 132/93, de 23 de Abril, 227/94, de 8 de Setembro, 39/95, de 15 de Fevereiro, 329 -A/95, de 12 de Dezembro, pela Lei n.º 6/96, de 29 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 180/96, de 25 de Setembro, 125/98, de 12 de Maio, 269/98, de 1 de Setembro, e 315/98, de 20 de Outubro, pela Lei n.º 3/99, de 13 de Janeiro, pelos Decretos -Leis n.os 375 -A/99, de 20 de Setembro, e 183/2000, de 10 de Agosto, pela Lei n.º 30 -D/2000, de 20 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 272/2001, de 13 de Outubro, e 323/2001, de 17 de Dezembro, pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, e pelos Decretos-Leis n.os 38/2003, de 8 de Março, 199/2003, de 10 de Setembro, 324/2003, de 27 de Dezembro, e 53/2004, de 18 de Março, pela Leis n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 76 -A/2006, de 29 de Março, pelas Leis n.º 14/2006, de 26 de Abril e 53 -A/2006, de 29 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 8/2007, de 17 de Janeiro, 303/2007, de 24 de Agosto, 34/2008, de 26 de Fevereiro, 116/2008, de 4 de Julho, pelas Leis n.os 52/2008, de 28 de Agosto, e 61/2008, de 31 de Outubro, pelo Decreto -Lei n.º 226/2008, de 20 de Novembro, e pela Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, passam a ter a seguinte redacção: ........................"

quarta-feira, 28 de julho de 2010

ATÉ QUE A RETOMA NOS SEPARE

Portugal e Espanha estão de braço dado, até na Vivo.
Seja por causa da globalização, do mercado único, do euro, das águas do Douro, do Tejo e do Guadiana, ou por tudo isto e mais a crise.
Se a dor de cabeça de um é o galope da dívida do Estado, no outro a enxaqueca vem em tijolos e cimento.
Se um tem os desempregados mais mal pagos da Zona Euro o outro tem um exército produtivo de reserva de 4.6 milhões de pessoas.
Se Portugal não está em condições de apoiar a retoma das exportações espanholas, Espanha também não está nada virada para o made in Portugal.
No fim, os dois foram acumulando dívidas ao longo dos anos para conseguirem levar a “vidinha”.
Este paralelismo também chega ao desempenho da bolsa. Os dois principais índices de acções, o PSI20 e o IBEX, têm tido uma desgraça sintonizada, perderam mais de 30% desde meados de 2008.
E ainda há um pormenor interessante. Até 2009 a volatilidade do PSI20 foi superior à do IBEX. No último ano e meio, ao contrário, o índice espanhol foi menos estável – o que significa ser um investimento mais arriscado. Isto pode significar que a situação crítica de Espanha foi mais surpreendente para quem faz o mercado e era bom que pudesse significar expectativas um pouco menos negativas para a economia portuguesa.
Neste caso, seria a retoma a separar o que a crise uniu fortemente.

Luis Rosa

sexta-feira, 2 de julho de 2010

CILA E DIDIER PIRES





Já abriu ao público a nova oficina de Artes Plásticas da Cila Pires e do José Machado Pires, também conhecido por Didier. Vários clientes do Atelier Pedroso têm obras do Didier que criou, durante vários anos, as nossas “prendas de Natal” . Agora em Vale Judeu, podem ser apreciadas cerâmicas, pintura, tecelagem e escultura, frutos de um trabalho que desenvolvem há mais de 20 anos com grande qualidade, humildade e simpatia.

NELSON MANDELA BAY


O estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth é o terceiro estádio projectado pelo grupo gmp Architekten para o Mundial da África do Sul. Com capacidade para 48.000 espectadores, dotará a cidade, nos subúrbios da qual foi construído, de uma infraestrutura desportiva de grande capacidade para usufruto dos clubes e associações locais. A forma biométrica da cobertura, em telas brancas, assente numa “passarela”de pilares, protege o campo e as bancadas do clima instável da região. A construção deste estádio motivou um sentimento de orgulho nacional, ao envolver artistas que dispuseram de 700 m da fachada norte para mostrar com arte tradicional e contemporânea africana.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

D.L. 26/2010 - ALTERAÇÃO AO 555

Entrou esta semana em vigor uma nova alteração ao Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, o D.Lei nº 26/2010 de 30 de Março.

terça-feira, 29 de junho de 2010

COMO É VISTA A SUA CASA...

Vista por você




Pelo seu banco


Por um possível comprador

Por um avaliador

Pela Câmara Municipal, Finanças
ou outro serviço da Administração Pública