quarta-feira, 28 de abril de 2010

PRENDAS E SUBORNOS

"Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar contra a Fome.
Quando tomei posse como presidente da Câmara de Santarém fui confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete. Era a véspera de Natal. Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes luxuosos e dezenas de bolos-rei cheirou-me a esturro. Também chegaram coisas menores. E coisas nobres: recebi vários ramos de flores, aúnica prenda que não consigo recusar.
Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições desolidariedade social, com excepção das flores. No segundo Natal a coisa repetiu-se. E então percebi que as prendas se distribuíam por três grupos. O primeiro claramente sedutor e manhoso que oferecia um chouriço para nos pedir um porco. O segundo, menos provocador, resultava de listas que grandes empresas ligadas a fornecimento de produtos, mesmo sem relação directa com o município, que enviam como se quisessem recordar que existem. O terceiro grupo é aquele que decorre dos afectos, sem valor material mas com significado simbólico: flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças de Natal. Além de tudo isto, o correio é encharcado com milhares de postais de boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala inimaginável. Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar um cartão de boas-festas quando se recebe milhares e se expede milhares.
Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito, alterei-o. Foi enviada nova carta em que informámos que agradecíamos todas as prendas que enviassem. Porém, pedíamos que fosse em géneros de longa duração para serem ofertados ao Banco Alimentar contra a Fome. Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora têm um destino merecido. E assim, nos últimos dois Natais recebemos cerca de 8 toneladas de alimentos.
Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário público. Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros, ainda se compreendia e seria razoável. Em vários países do mundo é assim. Aqui não. Quer passar-se do 8 para o 80. O que significa que nada vai mudar. Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar. E jamais devolverei uma flor que me seja oferecida."

Francisco Moita Flores, Professor Universitário
Correio da Manhã 21/3/2010

quarta-feira, 17 de março de 2010

RUA BARTOLOMEU DIAS


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Planta do 2º andar














Planta do 1º andar












Planta do rés do chão
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Edifício situado numa rua pedonal do centro antigo de Quarteira, constituído por uma loja e dois apartamentos (um por piso) de tipologia T2. A zona em causa, é caracterizada por pequenas casas implantadas em parcelas de terreno com frentes de rua estreitas, fachadas alinhadas e poucos pisos. O aproveitamento do espaço foi um factor marcante no projecto, resultando em apartamentos com apenas 80 m2 de área bruta, bem como uma escolha de materiais e soluções com vista a uma construção a custos controlados. A opção de situar as salas do lado posterior do edifício permite que haja um desafogo de vistas para os vastos logradouros existentes, em contraste com a pouca largura da rua confinante.

sexta-feira, 12 de março de 2010

FAROLIM DE QUARTEIRA


"O farolim de Quarteira entrou em funcionamento em 8 de Maio de 1927 na torre da igreja de N. S. da Conceição. Foi equipado com uma óptica de 6ª ordem (300mm diâmetro), e candeeiro nº 1, consumindo petróleo. Tinha luz fixa, branca, e o alcance luminoso era de 10 milhas em transparência média atmosférica.
O aparelho óptico estava colocado num abrigo, para tal fim construído em cima da torre da igreja.
Em 1954 foi substituído o aparelho de 6ª ordem, por um de 8ª ordem, reduzindo o alcance luminoso para 6 milhas.
O farolim mudou da torre da igreja para o depósito de água que abastece Quarteira em 1958. Ficou com 22 metros de altura e 43 de altitude.
Em 1959 a Direcção de Faróis comprou no lugar dos Cavacos, uma parcela de terreno de 64m2, pela quantia de 2.000$00 a Manuel Gonçalves Zorrinha, destinado à montagem da torre para o farolim.
Depois de grande polémica entre a Câmara Municipal de Loulé, a Delegação Marítima de Quarteira e a Direcção de Faróis, o farolim acabaria por mudar de lugar em Dezembro de 1960. A Câmara Municipal entendia que se corria um enorme perigo ao abastecer de petróleo o candeeiro, pois algum petróleo derramado podia introduzir-se no depósito de água. Foram ouvidos inclusive alguns arrais de embarcações, tanto pela Delegação Marítima como pela Câmara Municipal, com a finalidade de se pronunciarem sobre qual o melhor local para o farolim. Na Câmara, pronunciaram-se a favor do regresso do farolim à torre da igreja. Na Delegação, mantê-lo no depósito de água, porque seria o ponto mais elevado da freguesia e como tal avistado a grande distância.
O farolim acabou por ser montado em Dezembro de 1960, numa estrutura em ferro, retirada do farolim posterior da barra do Guadiana em 1942, a cerca de 200 metros a SSW do depósito de água. Esta estrutura foi adquirida à casa Barbier, Bénard & Turenne em 1923. É uma torre circular aberta em ferro fundido, assente em plataforma também em ferro, com 14 metros de altura e 45 degraus. Para lhe dar uma maior resistência, tem instalado 4 espias, ligadas da plataforma inferior ao varandim. Importou esta montagem em 701$00.
Em 1961 foi construída uma habitação para o faroleiro, cujo orçamento foi de 57.600$00.
O farolim foi electrificado em 10 de Junho de 1962. Foi equipado com um aparelho de 5ª ordem e uma lâmpada de 220V/250W, passando a ter um alcance luminoso de 11 milhas.
Em Maio de 1979 deixou de ter faroleiro residente, passando para a área da Balizagem Faro-Olhão. Foi contratado um auxiliar de luzes (João José Renda Martins). O último faroleiro a prestar serviço neste farol foi o faroleiro de 2ª classe, Jaime dos Reis Maurício.
Encontrando-se o farolim no meio da povoação, começou a tornar-se difícil o seu avistamento, não só pela interposição de prédios, mas também por excesso de luminância ambiente durante a noite; por tudo isto, foi feita uma proposta para a sua extinção, até porque entretanto foi estabelecido na torre da marina de Vilamoura um farol.
Acabou por ser extinto e desmontado em 20 de Setembro de 1984.
Em Dezembro de 2003, o farolim recuperado na Direcção de Faróis, foi instalado numa Praça de Quarteira como motivo de interesse local."

Arquivo histórico da DF
Far. S/Ch. Barbosa 2004
Texto atenciosamente cedido pela Direcção de Faróis.














Farolim na Igreja de Quarteira 0000000000000000000000 Farolim actual
(foto de arquivo A.P.) 0000000000000000000000000000000(foto A.P.)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

YO NO CREO EN BRUJAS, PERO QUE LAS HAY, LAS HAY!!!

No dia 20 de Janeiro a taxa de câmbio euro/dólar caiu abaixo da sua média móvel de 200 dias, um facto digno de nota porque só acontece de tempos a tempos. Como se pode ver no gráfico, desde 2008 só houve mais 2 cortes desta média móvel: Agosto de 2008 - e a taxa de câmbio caiu até Novembro -e Maio de 2009- e a taxa de câmbio esteve a subir até Dezembro.
Não sabemos se são os mercados financeiros que comandam o sul da Europa ou se é o sul da Europa que comanda os mercados financeiros.
Foi a queda do euro que acabou com a música de Zorba o grego, com a fiesta em La Moncloa e levou à erupção do bailinho da Madeira? Será que o euro já sabia em 20 de Janeiro que a Madeira ia dar o seu contributozinho para os nossos buracos orçamentais? Ou foi o rombo das contas dos Estados do sul que levou à queda do euro?
Nunca sabemos bem qual é o sentido da coisa.
Só se sabe que quem apostou no final de Janeiro que o euro ia cair fez uma boa aposta. É esta a beleza dos mercados eficientes, são antecipáveis.

E, yo no creo en brujas…

Luis Rosa

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

UMBIGOS


O umbigo da classe política – chapeau às excepções - parece um labirinto que os impede de encontrar a saída ou então um poço que os faz andar à roda, à roda, à roda.
A coisa está brava. Mas o protótipo da nomenclatura partidária não arreda as palas e fixa obsessivamente o que lhe estabeleceram como objectivo do mês.
Exemplos não faltam. O desplante que constitui a Lei das Finanças Regionais – leia-se a forma oficial de calafetar, ainda mais e de novo e em plena crise, o governo da Madeira – é apenas um.
Mas falemos de coisas bem melhores...
A polémica pré-eleitoral acerca dos grandes investimentos serve. De um lado, os grandes investimentos eram o zénite e o nadir da política económica e essenciais para arrastar o investimento privado e para relançar o País numa era de desenvolvimento. Do outro lado, os grandes investimentos eram, no auge da guerra pré-eleitoral, para arrasar. Teriam de passar por um crivo apertado e boa parte seria abandonada. Por exemplo, o TGV.
Andava tudo distraído? A questão não passa exactamente por opções (supostamente) ideológicas. Não vale a pena inventar divergências que não existem. A coisa é mais simples: a farra vai depender da quermesse e a quermesse está fraca, muito fraca.
O défice do Estado foi 9.3% e a dívida pública vai a caminho de 80% do PIB. Estes números podem não dizer muito mas querem dizer que não há dinheiro, ponto. Não vale a pena polemizar virulentamente. Não vale a pena confrontarem entre si verdades totais. Os grandes investimentos vão fazer-se em versão minimalista, à velocidade de comboio-correio e despachados para as calendas.
Mas isto passava ao lado de muita gente, em especial, dos que imaginam o Universo um apêndice do seu umbigo.

Luis Rosa

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

IN PORTIMÃO

Plano de Pormenor da Horta do Palácio
O layout do plano apresentado mostra uma área de intervenção situada no centro de Portimão com (mais ou menos) os seguintes limites:
Praça 1º de Maio, Nacional 24, Av. Miguel Bombarda, R. do Pé da Cruz. Esta zona corresponde à actual localização do edifício da Câmara M. de Portimão, do estádio, pavilhão gimno desportivo e auditório municipal.


Segundo a proposta, o edifício da Câmara será mantido sendo ampliado na parte posterior para albergar os serviços municipais e uma loja do cidadão de segunda geração; segundo a secretária de Estado da Modernização Administrativa, sintetizou, “os utentes têm uma atitude cada vez menos complacente e tolerante para o mau atendimento, a burocracite e a sobrecarga administrativa, exigindo um serviço de qualidade”.

Do total da área, 5 hectares serão destinados a espaços verdes de lazer que incluem um parque geriático e um infantil, campos de petanca e jardim da musica. Os edifícios a construir destinam-se a um conjunto habitacional, uma torre de serviços e um estabelecimento hoteleiro. Está ainda contemplada uma zona de apoio a feiras e eventos e estacionamentos públicos com uma capacidade para 420 lugares.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2010

Um contributo do design gráfico para a adaptação à nova realidade nacional e internacional












sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

QUARTEIRA 1934

Interessante (e rara) esta planta de Quarteira, datada de 1934. O original é um desenho a tinta da china sobre tela.
À escala 1/1000, esta planta revela-nos um fragmento do tempo de Quarteira.
A actual Rua 25 de Abril era designada por "Rua Direita" e a Rua Vasco da Gama era designada por “Rua Direita da Praia“; a pequena Rua do Morgado é o que resta do “Caminho de Boliqueime“ e o Largo dos Pescadores era designado por “Largo da Atalaia“; a Rua Engº Duarte Pacheco era designada por “Rua do Correio“.
Em frente à praia, onde hoje se encontra a Praça do Mar, havia um campo de ténis.
A zona dos “Cavacos“ era ocupada sobretudo por lavradio e figueiras.
São assinaladas “cabanas de alvenaria com cobertura de junco“ e "cabanas só de junco“.
Na envolvente do Mercado é assinalada a existência de um “Forte em Ruínas“.
Pouco resta desta Quarteira de 1934 e é pena que o pouco que resta vá sucumbindo à voracidade do tempo, sucumbindo assim também a nossa memória colectiva.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O TI OLÍMPIO

O ti Olímpio semeava calotes pela aldeia. Mas também tinha uma grande lábia e para cravar mais um copo na taberna garantia que, só vacas, tinha pra cima de vinte. E lá ia o copito. Um dia alguém alertou furioso que - qual 20 vacas! – eram só duas e nem sequer eram vacas, eram ovelhas mal tosquiadas.
Com os gregos aconteceu o mesmo. Andaram anos a partir pratos e a varrer os cacos para que ninguém visse. Depois das eleições do Outono alguém viu. Agora, os gregos estão à rasca. E o problema é que não estão sozinhos fazem parte da confraria do euro, ou seja, o que os rapazes andaram a fazer e a esconder vai cair em cima de todos os confrades.
No início de Dezembro, quando ninguém estava preocupado com a Grécia, 1 euro valia 1.51 dólares. Hoje, com os empurrões gregos, vale 1.41, caiu num mês e meio 6.6%.
Mas, também é verdade, que na Europa actual todos somos um pouco gregos: vivemos acima da fasquia, devemos um horror de massa, o Estado está cheio de dívidas e temos uma demografia danada. As chamadas elites – incluindo as partidárias - também são o que são. Agora que o Orçamento do Estado está a ser burilado – ou leiloado – porque não olhar para a Grécia e para as suas ruínas?

Luis Rosa

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

DAN BROWN

(carta de Dan Brown à Maçonaria)

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CONFERÊNCIA
Dos Mistérios Antigos ao Novo Paradigma da Ciência.
Comentários a «O Símbolo Perdido» de Dan Brown
SEXTA-FEIRA, dia 15 de Janeiro, 19h30
Paulo Alexandre Loução, Escritor,
Investigador e Coordenador Editorial de «O Símbolo Perdido Decifrado»
ENTRADA LIVRE
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SEMINÁRIO
Os Grandes Temas de «O Símbolo Perdido»
SÁBADO, dia 16 de Janeiro, das 10 às 13h
Paulo Alexandre Loução
Escritor, Investigador e Coordenador Editorial de «O Símbolo Perdido Decifrado»
INSCRIÇÕES ABERTAS
Programa:
-Mistérios Antigos: Egipto, Grécia, Cristianismo nos primeiros séculos;
-A Maçonaria e outros Movimentos Esotéricos: Rosa-Cruzes, Templários e o Graal, os sufis...;
-A linguagem dos símbolos;
-A maçonaria: e.u.a, washington;
-A arte;
- A ciência e o novo paradigma científico-espiritual: Ciência e Consciência;
-entre outros.
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ESPAÇO D. DINIS
[Av. António Augusto de Aguiar, 17 – 4º Esq., LISBOA]
organização da Nova Acrópole em parceria com a Ésquilo


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Ái ti

Imagens do Palácio Presidêncial antes e depois do sismo de ontem no Haiti.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

QUE ESTRANHA FORMA DE VIDA

Em 1963, um habitante de Derinkuyu (na região da Capadócia, Turquia), demolindo uma parede da sua casa, descobriu que detrás da mesma se encontrava una misteriosa habitação; esta habitação comunicava com outra, e outra… Por acaso tinha descoberto a cidade subterrânea de Derinkuyu, cujo primeiro nível deve ter sido escavado pelos hititas por volta de 1400 a.C..
Actualmente estão descobertos 20 níveis subterrâneos.

A cidade foi utilizada como refúgio por milhares de pessoas que viviam no sub-solo para se protegerem das frequentes invasões que sofreu a Capadócia e também pelos primeiros cristãos.


As galerias têm espaço para pelo menos, 10.000 pessoas que se podiam trancar em três pontos estratégicos deslocando portas circulares de pedra.
Derinkuyu tem um túnel de quase 8 km que conduz a outra cidade subterrânea , Kaymakl.
As “casas” são suficientemente grandes para conter uma família, os seus animais domésticos e o armazém de alimentos.
Nos níveis recuperados foram identificados estábulos, refeitórios, uma igreja (de planta cruciforme de 20 por 9 m, com um tecto com mais de 3 m de altura), cozinhas , adegas, lojas de alimentação, uma escola, numerosas habitações, incluindo, um bar.
A cidade beneficiava da existência de um rio subterrâneo; tinha poços de água e um bom sistema de ventilação (52 poços de ventilação).

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

BIBLIOTECA DIGITAL UNIVERSAL


Está lançada a Biblioteca Digital Mundial, uma prenda das Nações Unidas.
Com um carácter essencialmente patrimonial que permite dar a conhecer as culturas do mundo em diferentes idiomas. Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes e explica em sete línguas as jóias e as relíquias culturais de todas as bibliotecas do mundo.
Entre os documentos mais antigos encontram-se o Hyakumanto darani, um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos astecas que constitui a primeira menção ao Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvendando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos; estelas chinesas; a Biblia de Gutenberg, etc..

3 MORADIAS EM BANDA


B
O
L
I
Q
U
E
I
M
E


2 0 0 6
Conjunto de 3 moradias em banda com cave, rés do chão e 1º andar implantadas numa zona de campo. Cada uma constituída por garagem, 3 quartos, sala, cozinha e 4 casas de banho.

Colaboração: arquitecto João Jesus

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

UM BOM ANO DE 2010

Para este novo ano gostava:

1- de poder entregar os projectos por via electrónica;

2- que não me pedissem mais fotocópias do bilhete de identidade (devem lá ter quase uma resma);

3- que os processos fossem analisados não direi rapidamente mas no mínimo cumprindo os prazos legais;

4- não ter de responder a três ofícios solicitando elementos há muito entregues;

5- não precisar de consultar três ou mais diplomas legais para projectar um corpo de escadas;

6- que não me pedissem elementos com base em legislação revogada;

7- que não pedissem os projectos de águas pluviais, escavações e contenção periférica de um processo de alteração de uma casa de banho;
8- que fossem criadas medidas que evitassem a lufada de falências na construção civil na região;
9- ter zonas verdes "uzáveis";
10- que fossem acarinhados os processos de alteração ou reabilitação dos imóveis degradados;
11- que o peixe de cá, fosse vendido por cá, num local menos "típico";

12- que a " allsae " não fosse chatear o Ti Manél senão este ano não há medronho p'ra ninguém.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

INCENTIVOS À INOVAÇÃO

Até 31 de Janeiro de 2010 podem ser entregues as candidaturas aos Incentivos à Inovação no âmbito do Q.R.E.N..
As tipologias dos projectos enquadráveis são:
- Produção de novos bens ou melhoria significativa dos actuais;
- Adaptação de novos ou melhores processos;
- Expansão da capacidade de produção em actividades de alto conteúdo tecnológico ou com procuras internacionais;
- Criação de unidades ou linhas de produção de grande impacte;
-Introdução de melhorias tecnológicas.
Na área do turismo os projectos a apoiar são os que apostem num elevado perfil diferenciador ou que apliquem tecnologias modernas.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

21 DE DEZEMBRO

Residência de Inverno

PARA UMA POLÍTICA PÚBLICA DE ARQUITECTURA EM PORTUGAL

O Documento com as conclusões do 12º Congresso dos Arquitectos votado no passado dia 12, pode ser consultado Aqui.
A moção propõe 40 medidas a serem consideradas pelo XVIIIº Governo Constitucional, Governos Regionais, Autarquias e Sociedade Civil, ordenadas nos seguintes tópicos:
1- ARQUITECTURA E AMBIENTE CONSTRUÍDO
. Ordenamento e Reabilitação de Cidades e Territórios
. Combate às Alterações Climáticas e Sustentabilidade de Cidades e Edifícios
2- ARQUITECTURA E CULTURA
. Inovação e Criatividade em Arquitectura
. Conservação e Valorização do Património Arquitectónico
3- ARQUITECTURA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
. Legislação, Encomenda Pública e Defesa dos Consumidores
. Habilitação, Capacidade e Responsabilidade Profissional
4- ARQUITECTURA E CIDADANIA
. Participação dos Consumidores e dos Cidadãos
. Educação com a Arquitectura.

IDADE DAS TREVAS


Este ano sugerimos para prendas de Natal as velas.
Quem diz velas, diz lanternas, lamparinas, "petromax" , castiçais, candeeiros a petróleo, qualquer coisa que ilumine em alternativa à R.E.N.. Esta nossa sugestão não aparece na sequência da (malfadada) conferência de Copenhaga, os valores ambientalistas desta fez foram suplantados por valores mais prosaicos, é que por estas bandas, começa a ser corrente, não a electricidade mas a falta dela.