quinta-feira, 11 de setembro de 2008

QUALQUER UM PODE FAZER PROJECTOS

O resultado é que pode sair mais caro e pouco prático.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

DECLARAÇÃO PRÉVIA -D.L. 259/2007

Basicamente este diploma vem obrigar os proprietários de estabelecimentos de comércio de produtos alimentares e estabelecimentos de comércio não alimentar e de prestação de serviços que podem envolver riscos para a saúde e segurança, a fazer uma declaração em que se responsabiliza que o estabelecimento cumpre os requisitos legais.
A declaração é feita através deste modelo:

(link)

Antes do início da actividade, a declaração é preenchida em duplicado, sendo uma entregue na câmara e outra enviada para a Direcção Geral da Empresa.

Apesar de já se encontrar em vigor há um ano o D.L. 259/2007 passou despercebido por muitos sitios, tendo acontecido situações caricatas com a A.S.A.E. a exigir a entrega das declarações e as câmaras a olharem para os ditos papéis e a recuzarem dar entrada aos mesmos.

Este decreto vem ainda proibir a instalação de estabelecimentos que vendam bebidas alcoólicas junto de escolas básicas e secundárias, ficando o "junto" por definir por parte das autarquias.

ESQUIÇO

Alguns projectos começam assim...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

UM ÚNICO DECRETO LEI PARA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS


O Conselho de Ministros aprovou:


"O regime jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e determinar as condições de segurança contra incêndio a aplicar a todas as utilizações de edifícios, bem como de recintos itinerantes ou ao ar livre, reunindo num único diploma legislação que actualmente se encontra dispersa por um número excessivo de diplomas avulsos.
O projecto contém um conjunto amplo de exigências técnicas aplicáveis à segurança contra incêndio, no que se refere à concepção geral da arquitectura dos edifícios e recintos a construir, alterar ou ampliar, às disposições sobre construção, às instalações técnicas e aos sistemas e equipamentos de segurança. Contempla, também, as necessárias medidas de autoprotecção e de organização de segurança contra incêndio, aplicáveis quer em edifícios existentes, quer em novos edifícios a construir..."

Aguardamos a sua publicação e entrada em vigor, com esperança de que agora acabem as interpretações pessoais sobre as leis, por parte de algumas delegações da A.N.P.C., baseadas por vezes em normas internas que ninguém conhece, ou manuais dos seguros sem qualquer valor legal, etc.
Parece ser que brevemente deixam de existir um D.L. de segurança contra riscos de incêndio em edifícios de habitação, outro para edifícios públicos, outro para comércio, outro para indústria, outro para escolas, outro para hospitais, outro para estádios, salas de espectáculos, circos, e, e, e, e, e, ufa.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

AINDA ESPANHA

O sector da construção em Espanha vai mal.
Vai seguir-se o resto da economia.
Espanha teve nos últimos anos 10 anos um dinamismo elevado para o qual contribuiu um forte investimento em construção e em toda a actividade imobiliária: construção e desenvolvimento de projectos, comercialização, financiamento, actividades complementares (por ex. decoração), etc.
Esta história é conhecida e também se sabe que já acabou. Agora está tudo do avesso.
Da mesma forma que a expansão económica veio a par e suportou o imobiliário, agora, com menos dinheiro no bolso, e com a economia a crescer muito menos, o imobiliário espanhol sofre.
O que se passa?
Quando as pessoas sentem aumentos continuados na sua riqueza imobiliária –quando o preço do seu imóvel sobe mais do que a média dos preços – ajustam para cima os seus níveis de despesa, ou seja, sentem-se mais ricas e gastam mais. Por isso é que normalmente o aumento dos preços da habitação anda a par com o aumento do consumo.
Estes efeitos não têm nada de irrelevantes porque o imobiliário é um sector com muito peso e também porque a riqueza imobiliária é uma parte significativa da riqueza - dos activos - de uma família e um impacto sobre essa componente tem efeitos poderosos e prolongados sobre o comportamento das famílias.
O que vai acontecer agora em Espanha é a queda do imobiliário pressionar para baixo o consumo e o ritmo económico o que por sua vez vai agravar a situação no imobiliário. Entra-se num círculo vicioso descendente para que os desequilíbrios se reduzam.
Os proprietários vão sentir o seu património desvalorizado e vão ajustar as despesas tendo em conta esse novo valor. Isso não acontece se se pressente que essa queda dos preços é temporária e que dentro em pouco tudo volta a ser como dantes. Infelizmente há pouca convicção de que esta seja a versão que vai vingar. Por isso, os consumidores espanhóis vão controlar muito bem as suas despesas nos próximos tempos. A actividade está em queda, o desemprego a subir e o rendimento disponível vai ressentir-se.
Mas nestas coisas não há só quem perca. Quem não tem património imobiliário ou se esse património é insuficiente – por exemplo, famílias jovens que querem comprar casa pela primeira vez – vai encontrar imóveis disponíveis mais baratos. Do mesmo modo, os inquilinos podem ter possibilidade de ver controladas as rendas, nomeadamente, por via do aumento da oferta de casas para arrendar.
Este é um dos mecanismos económicos que pouco a pouco vai tender a repor alguma normalidade no mercado imobiliário. Por outro lado, diz-nos quais podem ser as áreas do imobiliário espanhol que se podem manter à tona de água: o arrendamento e a procura inicial das famílias jovens. Pode tentar-se ajustar a oferta a este tipo previsível de procura: pequenas tipologias, casas com soluções modernas, com boa envolvente urbana, etc. Será isto?
Então e nós?
Em Portugal este boom dos imóveis nos últimos anos não aconteceu.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) entre 2000 e 2006 o valor dos prédios urbanos hipotecados (Continente) subiu 5,8% ao ano. Uma taxa moderada.
Isto foi assim porquê? Porque andamos em dieta desde 2000. O nosso crescimento tem sido muito baixo, os salários não sobem, estamos a digerir as dívidas contraídas nos anos de viragem do século e as finanças do Estado estiveram pelas ruas da amargura. Por causa da dieta rigorosa de vários anos podemos ir a banhos neste Verão de 2008 em melhores condições do que os gordos dos espanhóis. Somos mais pequeninos que eles mas estamos agora menos gordos. É caso para se dizer bendita dieta!
Ainda assim convém por umas velinhas a São Trichet – o sr. do Banco Central Europeu – para que as taxas de juro baixem e baixem com elas os nossos encargos com a dívida à banca. Em Junho e segundo dados do Banco de Portugal, os particulares deviam à banca 132 459 milhões de euros e o crédito de cobrança duvidosa era cerca de 2%. O endividamento tem continuado a subir de ano para ano mas tem abrandado.
O que se passa em Portugal e em Espanha é também um processo de aprendizagem por parte das famílias e das empresas sobre tomada de decisões em ambiente de taxas de juro baixas e de câmbios fixos (na Zona Euro). Isto é, o euro veio criar novas regras que todos vão ter de aprender, se possível, sem dor. Temos de sentir que dinheiro fácil e taxas de juro baixas não é equivalente a acabaram as dificuldades. As dificuldades não desapareceram foram apenas trocar de roupa.
Nós já começámos a aprender a conviver com dinherio fácil e taxas de juro baixas. Os espanhóis vão também ter de decorar esta tabuada.
Luis Rosa

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

terça-feira, 22 de julho de 2008

OLEAR ESTA CAMPANHA



A A.M.I. lançou uma campanha de reciclagem de óleo alimentar, criando uma rede nacional de pontos de recolha. As entidades que pretenderem colaborar (juntas de freguesia, escolas, restaurantes, supermercados, etc) podem aderir através do site.


"O óleo alimentar que não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Por isso é importante que pense bem antes de o deitar fora. Até hoje, o principal destino dos óleos usados em Portugal tem sido o despejo na rede de esgotos e este é um dos maiores erros que pode cometer.
Porquê?
Porque, quando lançados nas redes de drenagem de águas residuais, os óleos poluem e obstruem os filtros existentes nas ETAR’s, tornando-se assim um grande obstáculo ao seu bom funcionamento.
Simples gestos fazem a diferença
Ao aderir ao projecto de Recolha de Óleos Alimentares Usados não só evita a poluição da água como está a transformar o óleo em Biodiesel, uma fonte renovável de energia que diminui as emissões de CO2. Além disso, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social em Portugal."

No concelho de Loulé os aderentes são:

Loulé- Pastelaria a Morgadinha, Churrasqueira Serradinho, Oficina do Sabor.

Quarteira- Restaurante Fernando`s Hideaway, Pastelaria As Dunas, Casa dos Caçadores, Sambo Gago.

Vilamoura - Snack bar Vila Flor, Restaurante a Broa

segunda-feira, 21 de julho de 2008

PRAIA DE FARO

Foi lançado o CONCURSO PÚBLICO DE IDEIAS - REQUALIFICAÇÃO E ORDENAMENTO DA FRENTE DE MAR DA PRAIA DE FARO, promovido pela Direcção Regional da Economia do Algarve.

O prazo de entrega das propostas é 12 de Novembro e o caderno está disponível nas delegações regionais da Ordem dos Arquitectos.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

FORTE NOVO

Do programa de requalificação de praias que a C.C.D.R.Algarve lançou, está previsto o balizamento das zonas de risco da arriba da praia do Forte Novo em Quarteira.
Ao contrário de outras praias que irão ter um reforço de areia, esta parece ser que apenas irá receber vedações das zonas em riso de queda.
Tantos anos após a queda do Forte continuamos e pelos vistos continuaremos a assitir ao desbaste da arriba.
As ondas quando avançam para a praia trazem areia mas ao recuarem arrastam-na para o mar.
Este não é um problema de Quarteira, ou do Algarve, é um problema que afecta grande parte da nossa costa, colocando construções e vidas humanas em perigo.
Já existem técnicas que não só evitam que o mar leve a areia da praia e avançe costa dentro como ainda promovem a reposição de areia nas praias. Um dos métodos já testados consiste em canalizar as águas da superfície para um canal subterrâneo que as devolve ao mar, evitando que a areia seja arrastada. Ao evitar o recuo das ondas à superfície apenas passará a haver o depósito de areia na praia, aumentando o areal.

THE STORYTELLER

"As ruinas nas romanas do Museu Arqueológico do Cerro da Vila em Vilamoura vão ser palco de uma exposição do artista plástico João Pedro Vale que assim desenvolve um projecto que parte da estrutura arquitectónica pré-existente da antiga vila romana. The Storyteller propõe a recriação de partes daquele espaço através do levantamento, em forma de tendas, de algumas das divisões da vila, bem como de espaços adjacentes à mesma, criando um percurso imaginário pela memória do espaço. Na mostra utilizam-se ainda pormenores da arquitectura algarvia, como chaminés, frisos e terraços, revelando que, afinal, qualquer identidade se baseia num processo de influências e miscigenação."


A partir de amanhã.

CONCENTRAÇÃO DE FARO 2008

(a 1ª moto criada em 1903 por William Harley e Arthur Davidson)
Até domingo decorre em Faro a 27ª Concentração Internacional de Motos. Um verdadeiro museu vivo de design e kitch (não apenas das motos), animado e regado por actividades nada museológicas 24 horas por dia.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

TORRES DINÂMICAS


As Torres Dinâmicas são os primeiros edifícios rotativos construídos no mundo, inaugurando uma nova era na arquitectura.
Concebidas pelo arquitecto italiano David Fisher, têm como uma das principais características o facto de cada piso poder rodar sobre o eixo, tirando partido das vistas, da exposição solar, etc.
As primeiras torres estão a ser construídas no Dubai e em Moscovo. A torre do Dubai terá 80 andares num total de 420 m de altura, apartamentos com 124 m2 e villas com 1200 m2 mais uma área de estacionamento em cada uma, sendo os veículos transportados de elevador para cada piso. Os fogos serão equipados com os mais recentes sistemas de domótica, incluindo activação de comandos por voz. O edifício terá 20 pisos destinados a escritórios e 14 ocupados por um hotel de luxo.
O edifício será capaz de gerar a energia necessária ao seu uso, nomeadamente através da colocação de células fotovoltaicas no telhado de cada piso, turbinas que funcionarão através do vento colocadas horizontalmente de modo a que fiquem praticamente invisiveis
.





quinta-feira, 10 de julho de 2008

AVALIAÇÃO AMBIENTAL DOS P.M.O.T.s



link para o guia

"A avaliação ambiental dos PMOT tem vindo a suscitar dúvidas, constituindo uma questão de grande actualidade na prática quotidiana dos municípios e das CCDR.
Consciente dessa actualidade, a DGOTDU preparou um Guia da Avaliação Ambiental dos PMOT, destinado a esclarecer os municípios sobre os procedimentos e as metodologias a utilizar na aplicação da lei. Este trabalho foi desenvolvido em articulação com a APA, na sequência da transposição para o direito português da directiva comunitária relativa à avaliação ambiental estratégica de programas e planos, encontrando-se concluído em versão pré-final.
No âmbito deste processo, a DGOTDU, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), vão realizar um conjunto de 5 seminários de sensibilização e debate, durante o mês de Julho, um em cada uma das regiões do Continente. (
ver calendário)"

quinta-feira, 26 de junho de 2008

PLANO ESTRATÉGICO DE HABITAÇÃO (estudo)

(Alojamentos vagos)


"É o fim dos bairros sociais. E da solução dos problemas habitacionais através da entrega de uma casa. Em vez de mandar construir mais fogos para as 40 mil famílias que têm necessidade imediata de habitação, o Estado deverá dinamizar o mercado de arrendamento e ser ele próprio a adquirir ou arrendar imóveis, para constituir uma bolsa de fogos com que possa resolver algumas das carências habitacionais detectadas.Esta é uma das propostas incluídas no Plano Estratégico da Habitação (PEH), um documento que prevê uma alteração profunda nas políticas públicas, em que o Estado é retirado do seu papel de interventor directo e provisor das populações, para o colocar em funções de maior regulação e fiscalização. O papel principal vai ser atribuído às câmaras e a materialização da estratégia deverá dar lugar a muitas parcerias público-privadas...."
"...Até ao fim deste ano, deverá estar concluída a redacção de dois importantes instrumentos que vão enquadrar a reabilitação de edifícios: o programa ProReabilita, que vai estabelecer os sistemas de apoios públicos para financiamento da reabilitação; e o novo regime jurídico da reabilitação urbana. "Temos expectativa que estes dois instrumentos possam fazer a diferença", afirmou João Ferrão, secretário de Estado do Ordenamento do Território, que tutela a política de habitação. É com a entrada em vigor destes dois instrumentos que poderão ser materializadas algumas das propostas vertidas no documento que vai começar hoje a ser discutido com as câmaras municipais. Até porque serão elas quem terá, também aqui, o principal papel: tanto o ProReabilita como o novo regime jurídico verão o seu âmbito de intervenção circunscrito às zonas de reabilitação que venham a ser definidas pelas câmaras municipais como "Área de Reabilitação Urbana". Os processos de renovação e regeneração das áreas peri-urbanas, em que existem problemas não exclusivamente nas habitações, mas que envolvem o próprio ambiente urbano, serão também privilegiados. É sugerida uma espécie de multiplicação da iniciativa Bairros Críticos que esta a ser aplicada na Cova da Moura (Amadora), Vale da Amoreira (Moita) e Lagarteirto (Porto).A reabilitação do parque habitacional público deverá ser submetido a uma hierarquização de prioridades, concretizadas e integradas numa estratégia global a definir por cada município, nos seus Programas Locais de Habitação. Será a existência deste programa que dará prioridade aos financiamentos públicos. "A introdução dos procedimentos concursais visa, aqui, premiar o mérito e a qualidade", explicou João Ferrão."
"in Público on line"

Documentos disponíveis:

quarta-feira, 25 de junho de 2008

INSCRIÇÃO DE ALOJAMENTO LOCAL

Foi publicada hoje a Portaria que estabelece os requisitos mínimos para os estabelecimentos de alojamento local. Para quem tem apartamentos ou moradias para alugar terá de começar por preencher este requerimento e entregar (com mais 3 ou 4 ou 5 papelinhos) na respectiva Câmara Municipal.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

CENTRO CULTURAL DE QUARTEIRA - I

“... há bem pouco tempo esteve aqui em Quarteira o Senhor Arquitecto Souto Moura, uma personalidade de renome que vai apresentar um projecto para a implementação de uma importante estrutura cultural. Creio, todos cremos, que o facto do nome do Senhor Arquitecto Souto Moura ficar ligado a Quarteira e a obra tão notável, só por si acabará por contribuir para o prestígio e elevação da Cidade. Contudo, só após a conclusão do projecto é que vamos reflectir sobre o que é que ali ficará instalado...”

(entrevista a José Mendes, Presidente da Junta de Freguesia de Quarteira, in “A Voz de Loulé”)
Aguardamos com ansiedade e curiosidade a apresentação deste projecto do Arqº Souto Moura.

terça-feira, 17 de junho de 2008

SÓ LOUCOS

Não é fácil imaginar como é que alguém se lembra de fazer uma coisa destas. Talhar um rochedo suspenso, mais diria entalado, montar-lhe uma cúpula de cobertura, abrir janelões à volta gradeados com reixa e por fim pendurar uma escada (que parece de corda), a qual não se percebe até onde vai.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

S.O.S.


A entrada em vigor do novo regime jurídico da urbanização e edificação (Lei 60/2007) e um conjunto de portarias relacionadas, está a causar alguma confusão. A sua aplicação está a ter interpretações variadas quer entre projectistas quer nas entidades, sendo disso exemplo as minutas de requerimentos que variam de autarquia para autarquia e em alguns casos a total ausência de minutas.
Para ajudar a deslindar esta situação a Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos disponibiliza um formulário para questões e dúvidas relacionadas com a entrada em vigor deste novo regime jurídico e notas interpretativas feitas pelos assessores jurídicos:
"A comunicação prévia vai permitir um grande número de operações urbanísticas que são sujeitas à apreciação dos municípios deixe de estar sujeito a um controlo mais exigente, como é o caso da licença ou autorização. Aumenta o número de intervenções que ficam dispensadas de qualquer controlo por parte da administração, chamando-se a atenção para a alínea b), que antes da Lei 60/2007 se encontrava sujeita a comunicação prévia, e agora não obriga a qualquer controlo prévio: “b) As obras de alteração no interior de edifícios ou suas fracções, à excepção dos imóveis classificados ou em vias de classificação, que não impliquem modificações na estrutura de estabilidade, das cérceas, da forma das fachadas e da forma dos telhados.”

sexta-feira, 13 de junho de 2008

EXPO ZARAGOZA 2008

Aqui fica uma sugestão para gozar o fim de semana (este ou outro até 14 de Setembro).
Zaragoza
Inaugura hoja a Expo 2008 dedicada à "Água e ao Desenvolvimento Sustentável".

Recinto


Torre d`Água - Arqº. Enrique de Teresa

Pavilhão de Portugal



Praça Temática



Pavilhão de Aragão - Arqº. Patxi Mongado

Pavilhão Ponte - Aqª. Zaha Hadid

Aquário Fluvial
" Fluvi"

PRÉMIO SECIL ARQUITECTURA 2008

Foi pulicado o regulamento do concurso para o Prémio Secil Arquitectura 2008. As obras que podem concorrer são as que foram concluídas entre 2006 e 2007 e que tenham utilizado o betão armado como elemento predominante na sua estrutura.
O prémio é de 50 000 euros.
2006 - 2004
Complexo Desportivo Ribera Serrallo - Estádio Municipal de Braga
Barcelona - Braga
Arqº. Siza Vieira - Arqº. Souto Moura

2002 - 2000 - 1998
Casa Pacheco de Melo-Fac. de Ciências da Comunicação-Esc. Sup. de Arte e Design
S. Miguel, Açores - Santiago de Compostela - Caldas da Rainha
Arqº. Pedro Mauricio Borges - Arqº. Siza Vieira - Arqº. Vítor Figueiredo
1996 - 1994 - 1992
Edifício Castro e Melo- Esc. Sup. de Comunicação Social-Casa das Artes
Lisboa - Lisboa - Porto
Arqº Siza Vieira - Arqº joão Carrilho da Graça - Arqº Souto Moura

segunda-feira, 9 de junho de 2008

NAVEGAR

"The sea, with a ship, Afterwards and Island"
(1999)
Imagem de uma das 3 partes do trabalho feito em ardósia de 4,88 m por 2,44m.

DECRETO LEI 96/2008

Foi hoje publicado em Diário da República a alteração ao D.L. 129/2002, relativo ao Regulamento dos Requisitos Acústicos dos edifícios. Este Decreto Lei entra em vigor dia 1 de Julho.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

OPORTO SHOW


Mostra de design, interiores e arquitectura.
De 12 a 15 de Junho no edifício da Alfândega do Porto.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

O ARQUITECTO NO "ENTERIOR DESQUECIDO E OSTRACIZADO"

A ARQCOOP e o Núcleo de Arquitectos do Baixo Alentejo organizam, com este título irresistível, a 1ª Conferência do Ciclo Arquitectura Fora d´Ordem . O tema promete e não interessará apenas aos arquitectos do Baixo Alentejo. Um dia destes será melhor mudarmos os ateliers para Lisboa e Porto, criar emprego e pagar impostos por lá e rumar a sul, para ir buscar os trabalhos, porque "os de fora" é que são bons.


Beja -29 de Maio

WORKSHOP - QUE MUDANÇAS


A Associação Portuguesa de Planeadores – APPLA - está a organizar um workshop para ajudar a compreender as recentes alterações jurídicas relativas à gestão do território e à urbanização e edificação, nomeadamente o D.L. 316/07 e a Lei 60/07.

Esta realização, poderá ajudar bastante a desanuviar a confusão que se instalou, quer do lado dos projectistas, quer da parte das entidades, no modo de interpretar e lidar com as leis actualmente em vigor relativas aos projectos de urbanismo e arquitectura.

Regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial (RJIGT)
Conteúdo:
-Tipologia dos planos
- Funções dos planos
- Efeitos jurídicos dos planos
- Procedimento de elaboração e de modificação dos planos
- Relacionamento entre os vários instrumentos de gestão territorial
- Execução dos planos
- Perequação de beneficios e encargos

Regime jurídico de urbanização e edificação
Conteúdo:
- Caracterização das operações urbanísticas
- Procedimentos de controlo prévio : licenciamentos, autorizações e comunicações prévias
- Validade e eficácia dos actos de controlo prévio ( taxas e encargos urbanísticos, caducidade, invalidade e contencioso)
- Procedimentos complexos (articulação com outros regimes legais, designadamente de restauração e bebidas).

segunda-feira, 26 de maio de 2008

LE CORBUSIER

(Villa Savoye)
Quando em 1930 se naturalizou cidadão francês e lhe perguntaram pela profissão, Le Corbusier respondeu “Letrado”.

Passados 120 sobre o seu nascimento, o Museu Berardo, organiza a primeira grande exposição em Portugal, deste arquitecto cuja produção criativa passou também pela pintura, design, escultura, cinema e literatura.
Le Corbusier é considerado um dos maiores arquitectos do séc. XX, pela forma radical e inovadora (à época) de fazer arquitectura.
(Chaise longue)
Entre 1942 e 1948, após ter estudado a arquitectura da Grécia antiga e a medida grega do homem, desenvolveu um sistema de modulação que publicou com o nome de “Modulor”, baseado na razão de ouro e nas dimensões médias humanas, tendo estabelecido 183 cm como altura standart.
Le Corbusier fez projectos para diversos paises para além da Europa, nomeadamente Argélia, Estados Unidos, India, Brasil e Argentina, tendo as viagens a estes dois últimos marcado fortamente as suas obras posteriores.

(Litografia "Composição II")

Na exposição agora inaugurada em Lisboa, podem ver-se maquetes dos seus projectos, pinturas, esculturas, desenhos, peças de mobiliário e objectos da sua colecção particular.
Foi também elaborada uma lista de 23 obras candidatas a património mundial da UNESCO.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

MASDAR INSISTE


Temos verificado que o post que fizemos há algum tempo, sobre Masdar, tem sido dos mais visitados mas, apenas por pessoas de fora de Portugal, nomeadamente do Brasil. Após recebermos o comentário que transcrevemos de uma estudante portuguesa em Oxford, decidimos voltar a publicá-lo contrariando a ausência de noticias em Portugal sobre este projecto único.

"Pois é, aparecem-nos estas coisas e ficamos logo boquiabertos, porque será? É quase impossível não deixar escapar o comentário "Isto não vai acontecer, é tudo um qualquer jogo de marketing utilizado para nos iludir". Mas não é. Masdar é real e os seus objectivos estão todos ao nosso alcance. Encontro-me a estudar Energy Efficient and Sustainable Building em Oxford e desde que iniciei já tomei contacto com conceitos e ideias extraordinárias. Felizmente voltei a acreditar que nós arquitectos podemos contibuir para um mundo melhor. Na segunda-feira passada tive uma aula com os consultores envolvidos no projecto Masdar... Fantástico! Tudo, desde a vontade, o conhecimento, o esforço investido... Espero que Portugal tome como bom exemplo todas estas iniciativas e que de uma vez se mentalize que é necessário fazer alguma coisa para mudar, para seguir um caminho sustentável.

Enfim... Esperemos.
Célia M. "
O desenvolvimento do planeta nos actuais moldes irá requerer um aumento de 2 milhões de metros cúbicos de água por dia, 75 milhões de megawatts/hora de energia, produzindo 3,5 milhões de toneladas de resíduos e 300 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano.
Este nível de desenvolvimento não é sustentável.
Nos Emirados Árabes Unidos, está a ser desenvolvido um projecto que se pretende um modelo de cidade ecológica, “The Masdar Developement”. O plano é fruto de uma inovadora cooperação internacional e tem por objectivo criar uma cidade perto de Abu Dhabi com uma área de 6 km2 para uma população de 47 000 habitantes, livre de emissões de carbono e sem recurso ao petróleo. Os projectos foram atribuídos a “Foster + Partners” .As principais fontes de energia são a solar e a eólica, estando os edifícios projectados com uma proximidade tal que permitam criar sombras uns sobre os outros como forma de diminuir o impacto das altas temperaturas que o deserto à volta produz.
Em Janeiro de 2008, Masdar organizou a 1ª “World Future Energy Summit”, uma conferência que pretendia apresentar caminhos para mudar o rumo ao crescente aquecimento global e à poluição.
Está prevista a inauguração da cidade de Masdar em final de 2009.

ESTRADA NACIONAL 125


A estrada nacional 125 que percorre o Algarve de lés a lés foi classificada com o maior índice de sinistralidade do pais.
No sentido de inverter esta situação está a ser elaborado um projecto de requalificação da mesma que incluí, em alguns casos, alteração do seu traçado.
Para já entraram em vigor novas regras de afixação de publicidade e áreas de servidão condicionando a edificação.
A instalação de publicidade fica sujeita a licenciamento renovado anualmente, para assegurar quer a sua compatibilização com alterações do traçado da estrada, quer para assegurar o estado de conservação das placas e suportes. A publicidade instalada nos edifícios onde se situam os estabelecimentos é permitida.
Quanto à área condicionada para construção, para já foi definida uma faixa de afastamento a partir do eixo da estrada de 35m para habitação e de 70m para comércio, indústria, hotelaria, etc.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

DESARVORANÇO


CENTRO CULTURAL DE QUARTEIRA

- Proposta do Atelier Pedroso para o Centro Cultural (estudo prévio) -

Foi anunciada a intenção de contratar um arquitecto de renome internacional para a elaboração do projecto do Centro Cultural de Quarteira.
Várias razões podem presidir esta decisão.
Convidando uma arquitecto internacionalmente reconhecido pode, per si, constituir garantia de que o resultado final seja de grande qualidade arquitectónica. Por outro lado - e já começa a ser pratica corrente - as obras de “assinatura“ têm constituído uma mais valia para as cidades que as acolhem. Basta ver o designado “efeito Bilbao“ após a construção do Museu Guggenheim, com a “assinatura“ de Frank O. Gehry.
Sucede que em Portugal a adjudicação da obra pública, incluindo projectos de arquitectura, tem regras, nomeadamente as estabelecidas no Decreto-Lei 197/99, de 8 de Junho e demais legislação aplicável.
Assim, de acordo com o disposto no nº3 do artigo 179º do citado diploma legal, e citamos:“um terço do número máximo previsto de concorrentes que se pretende seleccionar pode ser directamente convidado para apresentar projectos ou planos sem necessidade de apresentação de candidaturas“.
Temos assim que este tipo de concurso/convite abrange dois grupos de profissionais:
- os VIP’S de renome internacional que são convidados a apresentar propostas e ficam dispensados de apresentar candidatura, o que quer dizer que ficam dispensados de recolher toda aquela papelada chata, designadamente os comprovativos de que não estão tesos (capacidade financeira), que não são bandidos (ausência de sanções disciplinares) e que não são caloteiros (ausência de dívidas ao Estado);
- o segundo grupo, os tais sem renome internacional, lá vão ter de arranjar a tal papelada.
Fica assim claro que por cada VIP há que arranjar três concorrentes para imolação.
Internacionalmente só sou conhecido pelos meus amigos de Madrid, Barcelona, Paris, Bruxelas, Londres, Macau e mais algum que agora não me lembro.
Para imolação não tenho vocação.
E mais uma vez, como já vem sendo tradição por estas bandas, vão-nos dizer que no Algarve não há arquitectos de qualidade suficiente para um projecto desta natureza, designadamente conceber uma sala com cento e oitenta lugares sentados, biblioteca, sala de exposições mais uns camarotes e uns bengaleiros (actual programa de ocupação).

DIANA ROSA

quinta-feira, 15 de maio de 2008

DESIGN CORK FOR FUTURE

Encontram-se expostos no Museu Colecção Berardo os protótipos das 37 peças que concorreram no Design Cork For Future, Innovation and Sustainability. Este concurso de design pretendia desenvolver novos produtos com aplicações inovadoras de cortiça, integrando diferentes tecnologias. Para além do concurso, esta iniciativa abrange um seminário que irá decorrer amanhã e a criação de uma marca nacional para comercialização de peças de cortiça com vista à conquista de novos mercados.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

NOVO AEROPORTO DE LISBOA













(Localização do Novo Aeroporto de Lisboa relativamente à Estrutura Ecológica Regional)

Foram criadas as medidas preventivas para as áreas destinadas à implantação do N.A.L., destinando-se a garantir as condições de planeamento e execução do aeroporto bem como os respectivos acessos e actividades garantindo, ao mesmo tempo, a protecção do ambiente.
A área abrange um raio de 25 km em torno do Campo de Tiro de Alcochete afectando zonas dos concelhos de Alcochete, Benavente, Coruche, Montemor-o-Novo, Moita, Montijo, Palmela, Salvaterra de Magos, Setubal, Vendas Novas e Vila Franca de Xira.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

DA INFLAÇÃO E OUTRAS HISTÓRIAS

A inflação é um palavrão complicado.
Os números são sempre complicados porque são laváveis, torcíveis, maleáveis. Como é o caso com a inflação. Para quem vai vivendo - para 90% dos portugueses – é muito bom que a inflação seja baixinha, como tem sido nesta década, porque o lenço do euro é sempre menos torcível do que o lençol do escudo.
Mas ultimamente as coisas complicaram-se.
No Mundo a inflação passou de 5% no início de 2007 para 7.5%. As causas são conhecidas: energia e alimentação tiveram subidas de preços fortíssimas. Repare-se no ritmo do petróleo. Em Janeiro de 2007 ainda o preço do barril estava próximo de 50 dólares. Actualmente passa 120. Isto é o que se costumava chamar choque petrolífero e que levou a recessão à Europa nos anos 70.
Mas a inflação é uma abstracção. Não existe.
Cada um tem a sua inflação porque cada um vive numa determinada região e cada um tem um determinado padrão de consumo. ie, cada pessoa consome determinados produtos em determinadas quantidades sempre diferentes de qualquer outra pessoa.
Vem isto a propósito da inflação actual.
Entre Setembro de 2007 e Março de 2008 os preços subiram 2.4%, em média. Mas os preços dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas subiram mais: 3,3%. Em regra, numa família com rendimento elevado esta classe (produtos alimentares e bebidas não alcoólicas) pesa pouco no total da despesa de consumo, enquanto que numa família pobre pesa muito. De forma mais simples, um pobre gasta relativamente mais em pão do que em avião do que um rico. Conclui-se que a inflação concreta que uma família pobre enfrenta tem sido mais alta do que a inflação concreta que afecta uma família de rendimento alto. Mas há mais. Desde Janeiro de 2006 até Março de 2008 os preços subiram 7% mas os produtos mais essenciais subiram mais: o pão subiu 12.3% e o leite 13,9%. Quer dizer, mesmo dentro dos produtos alimentares alguns produtos subiram muito agravando o efeito sobre os mais pobres, isto é tirando-lhes poder de compra.
Acresce que os salários e outros rendimentos que abrangem as pessoas normais têm aumentado 2 ou 3% enquanto que as retribuições dos accionistas e dos quadros superiores têm subido muito. É público. Ou seja, uma inflação mais penalizadora para os estratos mais débeis junta-se a uma forte assimetria na distribuição do rendimento. É a isto que se chama os pobres que paguem a crise.
Estas tendências não vão parar de repente.
Em 1º lugar, se o euro deixar de se apreciar face ao dólar, ie, se em vez de pagarmos 77 euros por barril de petróleo (que custa em dólares 120 USD) pagarmos 100 euros todos os produtos sofrerão aumentos extra. Em 2º lugar, a Ásia vai continuar a procurar alimentos e energia pressionando os preços. As terras de cultivo vão ser disputadas pelo biodisel acentuando o preço dos cereais e da carne.
O que Portugal e a Europa têm pela frente é uma situação potencial em que estratos assinaláveis da população têm quebras do seu rendimento real, reduções do poder de compra e do seu nível de vida e esses tendem a ser os estratos sociais mais frágeis. Esta coisa só poderia mudar se houvesse um novo paradigma para a política económica que desse a base ideológica a um governo Robin dos Bosques.
Isto não é previsível.
Não sendo previsível o sector da construção vai continuar partido. Os operadores ligados à construção de habitações baratas vão continuar a ter dificuldades em vender porque, primeiro, os sectores sociais para onde se orientam vão continuar a ser batidos pelo desemprego, pela precariedade, pela perda de poder de compra e, segundo, porque dependem do crédito bancário e os bancos estão a corrigir o tiro no crédito à habitação, por exemplo, restringindo por diversas formas a concessão de crédito. Basta, por exemplo, reduzirem as avaliações das casas, como está a acontecer, para aumentar a dificuldade de venda de imóveis da gama baixa e média.
Os operadores ligados à construção de luxo e a grandes projectos turísticos têm melhores condições de actividade e de escoamento da produção. Para as obras públicas as condições são mais incertas. Vão continuar dependentes dos ciclos políticos (nacional e autárquico) e da capacidade de normalização das contas públicas.

P.S.- uma forma de minorar o impacto da assimetria do rendimento sobre a construção é via relançamento do mercado de arrendamento. Pois claro. Mas em economia muitas e muitas vezes as boas intenções e os grandes planos não chegam. É o caso. Deixem os grandes planos para o arrendamento, deixem as autarquias quietas, não criem mais Institutos e Agências disto e daquilo. Se se pretende relançar o arrendamento urbano a receita é porem os Tribunais a funcionar.

Luis Rosa

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO DE OLHÃO

Encontra-se em fase de apreciação pública a proposta de Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Olhão.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

HOSPITAL CENTRAL DO ALGARVE

Foi lançado o concurso para a construção do novo Hospital Central do Algarve. Segundo promessas do governo, terá valências actualmente inexistentes nos hospitais de Faro e Lagos e uma capacidade que permitirá servir a população do Algarve, residente e flutuante.
Do projecto nada se sabe, apenas o rigor do número de camas, 549 (porque não 550?), mas uma coisa é certa, irá contribuir para povoar o Parque das Cidades que se encontra num marasmo desde 2004.
O sucesso deste novo hospital, que nós residentes esperamos, dependerá de quem nele irá trabalhar e principalmente de quem o vai gerir. Médicos também não é suposto faltar tendo em conta os cerca de 1200 fixados na região.

terça-feira, 6 de maio de 2008

RELANÇAR O LINCE


O lince ibérico é o felídeo mais ameaçado do Mundo, sendo que em Portugal se encontra numa situação de pré-extinção.
Para inverter essa situação foi hoje aprovado o Plano de Acção de Conservação do Lince Ibérico, em cooperação com Espanha, prevendo-se a reprodução da espécie em cativeiro, nomeadamente no Centro de Reprodução Nacional a criar na Herdade das Santinhas, em Silves. Paralelamente foi elaborado um mapa com os territórios a povoar, criando neles condições de habitabilidade para o lince. Provavelmente daqui a alguns anos poderemos ver linces no Algarve, nas serras de Monchique e de Mu.