quinta-feira, 11 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
DECLARAÇÃO PRÉVIA -D.L. 259/2007

Antes do início da actividade, a declaração é preenchida em duplicado, sendo uma entregue na câmara e outra enviada para a Direcção Geral da Empresa.
Apesar de já se encontrar em vigor há um ano o D.L. 259/2007 passou despercebido por muitos sitios, tendo acontecido situações caricatas com a A.S.A.E. a exigir a entrega das declarações e as câmaras a olharem para os ditos papéis e a recuzarem dar entrada aos mesmos.
Este decreto vem ainda proibir a instalação de estabelecimentos que vendam bebidas alcoólicas junto de escolas básicas e secundárias, ficando o "junto" por definir por parte das autarquias.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
UM ÚNICO DECRETO LEI PARA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

"O regime jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e determinar as condições de segurança contra incêndio a aplicar a todas as utilizações de edifícios, bem como de recintos itinerantes ou ao ar livre, reunindo num único diploma legislação que actualmente se encontra dispersa por um número excessivo de diplomas avulsos.
O projecto contém um conjunto amplo de exigências técnicas aplicáveis à segurança contra incêndio, no que se refere à concepção geral da arquitectura dos edifícios e recintos a construir, alterar ou ampliar, às disposições sobre construção, às instalações técnicas e aos sistemas e equipamentos de segurança. Contempla, também, as necessárias medidas de autoprotecção e de organização de segurança contra incêndio, aplicáveis quer em edifícios existentes, quer em novos edifícios a construir..."
Aguardamos a sua publicação e entrada em vigor, com esperança de que agora acabem as interpretações pessoais sobre as leis, por parte de algumas delegações da A.N.P.C., baseadas por vezes em normas internas que ninguém conhece, ou manuais dos seguros sem qualquer valor legal, etc.
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
AINDA ESPANHA
O sector da construção em Espanha vai mal.Vai seguir-se o resto da economia.
Espanha teve nos últimos anos 10 anos um dinamismo elevado para o qual contribuiu um forte investimento em construção e em toda a actividade imobiliária: construção e desenvolvimento de projectos, comercialização, financiamento, actividades complementares (por ex. decoração), etc.
Esta história é conhecida e também se sabe que já acabou. Agora está tudo do avesso.
Da mesma forma que a expansão económica veio a par e suportou o imobiliário, agora, com menos dinheiro no bolso, e com a economia a crescer muito menos, o imobiliário espanhol sofre.
O que se passa?
Quando as pessoas sentem aumentos continuados na sua riqueza imobiliária –quando o preço do seu imóvel sobe mais do que a média dos preços – ajustam para cima os seus níveis de despesa, ou seja, sentem-se mais ricas e gastam mais. Por isso é que normalmente o aumento dos preços da habitação anda a par com o aumento do consumo.
Estes efeitos não têm nada de irrelevantes porque o imobiliário é um sector com muito peso e também porque a riqueza imobiliária é uma parte significativa da riqueza - dos activos - de uma família e um impacto sobre essa componente tem efeitos poderosos e prolongados sobre o comportamento das famílias.
O que vai acontecer agora em Espanha é a queda do imobiliário pressionar para baixo o consumo e o ritmo económico o que por sua vez vai agravar a situação no imobiliário. Entra-se num círculo vicioso descendente para que os desequilíbrios se reduzam.
Os proprietários vão sentir o seu património desvalorizado e vão ajustar as despesas tendo em conta esse novo valor. Isso não acontece se se pressente que essa queda dos preços é temporária e que dentro em pouco tudo volta a ser como dantes. Infelizmente há pouca convicção de que esta seja a versão que vai vingar. Por isso, os consumidores espanhóis vão controlar muito bem as suas despesas nos próximos tempos. A actividade está em queda, o desemprego a subir e o rendimento disponível vai ressentir-se.
Mas nestas coisas não há só quem perca. Quem não tem património imobiliário ou se esse património é insuficiente – por exemplo, famílias jovens que querem comprar casa pela primeira vez – vai encontrar imóveis disponíveis mais baratos. Do mesmo modo, os inquilinos podem ter possibilidade de ver controladas as rendas, nomeadamente, por via do aumento da oferta de casas para arrendar.
Este é um dos mecanismos económicos que pouco a pouco vai tender a repor alguma normalidade no mercado imobiliário. Por outro lado, diz-nos quais podem ser as áreas do imobiliário espanhol que se podem manter à tona de água: o arrendamento e a procura inicial das famílias jovens. Pode tentar-se ajustar a oferta a este tipo previsível de procura: pequenas tipologias, casas com soluções modernas, com boa envolvente urbana, etc. Será isto?
Então e nós?
Em Portugal este boom dos imóveis nos últimos anos não aconteceu.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) entre 2000 e 2006 o valor dos prédios urbanos hipotecados (Continente) subiu 5,8% ao ano. Uma taxa moderada.
Isto foi assim porquê? Porque andamos em dieta desde 2000. O nosso crescimento tem sido muito baixo, os salários não sobem, estamos a digerir as dívidas contraídas nos anos de viragem do século e as finanças do Estado estiveram pelas ruas da amargura. Por causa da dieta rigorosa de vários anos podemos ir a banhos neste Verão de 2008 em melhores condições do que os gordos dos espanhóis. Somos mais pequeninos que eles mas estamos agora menos gordos. É caso para se dizer bendita dieta!
Ainda assim convém por umas velinhas a São Trichet – o sr. do Banco Central Europeu – para que as taxas de juro baixem e baixem com elas os nossos encargos com a dívida à banca. Em Junho e segundo dados do Banco de Portugal, os particulares deviam à banca 132 459 milhões de euros e o crédito de cobrança duvidosa era cerca de 2%. O endividamento tem continuado a subir de ano para ano mas tem abrandado.
O que se passa em Portugal e em Espanha é também um processo de aprendizagem por parte das famílias e das empresas sobre tomada de decisões em ambiente de taxas de juro baixas e de câmbios fixos (na Zona Euro). Isto é, o euro veio criar novas regras que todos vão ter de aprender, se possível, sem dor. Temos de sentir que dinheiro fácil e taxas de juro baixas não é equivalente a acabaram as dificuldades. As dificuldades não desapareceram foram apenas trocar de roupa.
Nós já começámos a aprender a conviver com dinherio fácil e taxas de juro baixas. Os espanhóis vão também ter de decorar esta tabuada.
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segunda-feira, 1 de setembro de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
OLEAR ESTA CAMPANHA
A A.M.I. lançou uma campanha de reciclagem de óleo alimentar, criando uma rede nacional de pontos de recolha. As entidades que pretenderem colaborar (juntas de freguesia, escolas, restaurantes, supermercados, etc) podem aderir através do site.
"O óleo alimentar que não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Por isso é importante que pense bem antes de o deitar fora. Até hoje, o principal destino dos óleos usados em Portugal tem sido o despejo na rede de esgotos e este é um dos maiores erros que pode cometer.
Porquê?
Porque, quando lançados nas redes de drenagem de águas residuais, os óleos poluem e obstruem os filtros existentes nas ETAR’s, tornando-se assim um grande obstáculo ao seu bom funcionamento.
Simples gestos fazem a diferença
Ao aderir ao projecto de Recolha de Óleos Alimentares Usados não só evita a poluição da água como está a transformar o óleo em Biodiesel, uma fonte renovável de energia que diminui as emissões de CO2. Além disso, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social em Portugal."
No concelho de Loulé os aderentes são:
Loulé- Pastelaria a Morgadinha, Churrasqueira Serradinho, Oficina do Sabor.
Quarteira- Restaurante Fernando`s Hideaway, Pastelaria As Dunas, Casa dos Caçadores, Sambo Gago.
Vilamoura - Snack bar Vila Flor, Restaurante a Broa
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
PRAIA DE FARO
Foi lançado o CONCURSO PÚBLICO DE IDEIAS - REQUALIFICAÇÃO E ORDENAMENTO DA FRENTE DE MAR DA PRAIA DE FARO, promovido pela Direcção Regional da Economia do Algarve.
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sexta-feira, 18 de julho de 2008
FORTE NOVO
Ao contrário de outras praias que irão ter um reforço de areia, esta parece ser que apenas irá receber vedações das zonas em riso de queda.
Tantos anos após a queda do Forte continuamos e pelos vistos continuaremos a assitir ao desbaste da arriba.
As ondas quando avançam para a praia trazem areia mas ao recuarem arrastam-na para o mar.
Este não é um problema de Quarteira, ou do Algarve, é um problema que afecta grande parte da nossa costa, colocando construções e vidas humanas em perigo.
Já existem técnicas que não só evitam que o mar leve a areia da praia e avançe costa dentro como ainda promovem a reposição de areia nas praias. Um dos métodos já testados consiste em canalizar as águas da superfície para um canal subterrâneo que as devolve ao mar, evitando que a areia seja arrastada. Ao evitar o recuo das ondas à superfície apenas passará a haver o depósito de areia na praia, aumentando o areal.
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THE STORYTELLER
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CONCENTRAÇÃO DE FARO 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
TORRES DINÂMICAS

As Torres Dinâmicas são os primeiros edifícios rotativos construídos no mundo, inaugurando uma nova era na arquitectura.
Concebidas pelo arquitecto italiano David Fisher, têm como uma das principais características o facto de cada piso poder rodar sobre o eixo, tirando partido das vistas, da exposição solar, etc.
As primeiras torres estão a ser construídas no Dubai e em Moscovo. A torre do Dubai terá 80 andares num total de 420 m de altura, apartamentos com 124 m2 e villas com 1200 m2 mais uma área de estacionamento em cada uma, sendo os veículos transportados de elevador para cada piso. Os fogos serão equipados com os mais recentes sistemas de domótica, incluindo activação de comandos por voz. O edifício terá 20 pisos destinados a escritórios e 14 ocupados por um hotel de luxo.
O edifício será capaz de gerar a energia necessária ao seu uso, nomeadamente através da colocação de células fotovoltaicas no telhado de cada piso, turbinas que funcionarão através do vento colocadas horizontalmente de modo a que fiquem praticamente invisiveis.


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quinta-feira, 10 de julho de 2008
AVALIAÇÃO AMBIENTAL DOS P.M.O.T.s
link para o guia
"A avaliação ambiental dos PMOT tem vindo a suscitar dúvidas, constituindo uma questão de grande actualidade na prática quotidiana dos municípios e das CCDR.
Consciente dessa actualidade, a DGOTDU preparou um Guia da Avaliação Ambiental dos PMOT, destinado a esclarecer os municípios sobre os procedimentos e as metodologias a utilizar na aplicação da lei. Este trabalho foi desenvolvido em articulação com a APA, na sequência da transposição para o direito português da directiva comunitária relativa à avaliação ambiental estratégica de programas e planos, encontrando-se concluído em versão pré-final.
No âmbito deste processo, a DGOTDU, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), vão realizar um conjunto de 5 seminários de sensibilização e debate, durante o mês de Julho, um em cada uma das regiões do Continente. (ver calendário)"
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
PLANO ESTRATÉGICO DE HABITAÇÃO (estudo)
(Alojamentos vagos)
"É o fim dos bairros sociais. E da solução dos problemas habitacionais através da entrega de uma casa. Em vez de mandar construir mais fogos para as 40 mil famílias que têm necessidade imediata de habitação, o Estado deverá dinamizar o mercado de arrendamento e ser ele próprio a adquirir ou arrendar imóveis, para constituir uma bolsa de fogos com que possa resolver algumas das carências habitacionais detectadas.Esta é uma das propostas incluídas no Plano Estratégico da Habitação (PEH), um documento que prevê uma alteração profunda nas políticas públicas, em que o Estado é retirado do seu papel de interventor directo e provisor das populações, para o colocar em funções de maior regulação e fiscalização. O papel principal vai ser atribuído às câmaras e a materialização da estratégia deverá dar lugar a muitas parcerias público-privadas...."
Documentos disponíveis:
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
INSCRIÇÃO DE ALOJAMENTO LOCAL
Foi publicada hoje a Portaria que estabelece os requisitos mínimos para os estabelecimentos de alojamento local. Para quem tem apartamentos ou moradias para alugar terá de começar por preencher este requerimento e entregar (com mais 3 ou 4 ou 5 papelinhos) na respectiva Câmara Municipal.
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quarta-feira, 18 de junho de 2008
CENTRO CULTURAL DE QUARTEIRA - I
(entrevista a José Mendes, Presidente da Junta de Freguesia de Quarteira, in “A Voz de Loulé”)
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terça-feira, 17 de junho de 2008
SÓ LOUCOS
Não é fácil imaginar como é que alguém se lembra de fazer uma coisa destas. Talhar um rochedo suspenso, mais diria entalado, montar-lhe uma cúpula de cobertura, abrir janelões à volta gradeados com reixa e por fim pendurar uma escada (que parece de corda), a qual não se percebe até onde vai.
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segunda-feira, 16 de junho de 2008
S.O.S.
A entrada em vigor do novo regime jurídico da urbanização e edificação (Lei 60/2007) e um conjunto de portarias relacionadas, está a causar alguma confusão. A sua aplicação está a ter interpretações variadas quer entre projectistas quer nas entidades, sendo disso exemplo as minutas de requerimentos que variam de autarquia para autarquia e em alguns casos a total ausência de minutas.
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sexta-feira, 13 de junho de 2008
EXPO ZARAGOZA 2008
Torre d`Água - Arqº. Enrique de Teresa
Pavilhão de Portugal
Praça Temática
Pavilhão de Aragão - Arqº. Patxi Mongado
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PRÉMIO SECIL ARQUITECTURA 2008
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segunda-feira, 9 de junho de 2008
NAVEGAR
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DECRETO LEI 96/2008
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
O ARQUITECTO NO "ENTERIOR DESQUECIDO E OSTRACIZADO"
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WORKSHOP - QUE MUDANÇAS
Esta realização, poderá ajudar bastante a desanuviar a confusão que se instalou, quer do lado dos projectistas, quer da parte das entidades, no modo de interpretar e lidar com as leis actualmente em vigor relativas aos projectos de urbanismo e arquitectura.
Regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial (RJIGT)
Conteúdo:
-Tipologia dos planos
- Funções dos planos
- Efeitos jurídicos dos planos
- Procedimento de elaboração e de modificação dos planos
- Relacionamento entre os vários instrumentos de gestão territorial
- Execução dos planos
- Perequação de beneficios e encargos
Regime jurídico de urbanização e edificação
Conteúdo:
- Caracterização das operações urbanísticas
- Procedimentos de controlo prévio : licenciamentos, autorizações e comunicações prévias
- Validade e eficácia dos actos de controlo prévio ( taxas e encargos urbanísticos, caducidade, invalidade e contencioso)
- Procedimentos complexos (articulação com outros regimes legais, designadamente de restauração e bebidas).
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segunda-feira, 26 de maio de 2008
LE CORBUSIER
Passados 120 sobre o seu nascimento, o Museu Berardo, organiza a primeira grande exposição em Portugal, deste arquitecto cuja produção criativa passou também pela pintura, design, escultura, cinema e literatura.
Le Corbusier é considerado um dos maiores arquitectos do séc. XX, pela forma radical e inovadora (à época) de fazer arquitectura.
Le Corbusier fez projectos para diversos paises para além da Europa, nomeadamente Argélia, Estados Unidos, India, Brasil e Argentina, tendo as viagens a estes dois últimos marcado fortamente as suas obras posteriores.
(Litografia "Composição II")Na exposição agora inaugurada em Lisboa, podem ver-se maquetes dos seus projectos, pinturas, esculturas, desenhos, peças de mobiliário e objectos da sua colecção particular.Foi também elaborada uma lista de 23 obras candidatas a património mundial da UNESCO.
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sexta-feira, 23 de maio de 2008
MASDAR INSISTE
Este nível de desenvolvimento não é sustentável.
Nos Emirados Árabes Unidos, está a ser desenvolvido um projecto que se pretende um modelo de cidade ecológica, “The Masdar Developement”. O plano é fruto de uma inovadora cooperação internacional e tem por objectivo criar uma cidade perto de Abu Dhabi com uma área de 6 km2 para uma população de 47 000 habitantes, livre de emissões de carbono e sem recurso ao petróleo. Os projectos foram atribuídos a “Foster + Partners” .As principais fontes de energia são a solar e a eólica, estando os edifícios projectados com uma proximidade tal que permitam criar sombras uns sobre os outros como forma de diminuir o impacto das altas temperaturas que o deserto à volta produz.
Em Janeiro de 2008, Masdar organizou a 1ª “World Future Energy Summit”, uma conferência que pretendia apresentar caminhos para mudar o rumo ao crescente aquecimento global e à poluição.
Está prevista a inauguração da cidade de Masdar em final de 2009.
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ESTRADA NACIONAL 125
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sexta-feira, 16 de maio de 2008
CENTRO CULTURAL DE QUARTEIRA
Foi anunciada a intenção de contratar um arquitecto de renome internacional para a elaboração do projecto do Centro Cultural de Quarteira.
Várias razões podem presidir esta decisão.
Convidando uma arquitecto internacionalmente reconhecido pode, per si, constituir garantia de que o resultado final seja de grande qualidade arquitectónica. Por outro lado - e já começa a ser pratica corrente - as obras de “assinatura“ têm constituído uma mais valia para as cidades que as acolhem. Basta ver o designado “efeito Bilbao“ após a construção do Museu Guggenheim, com a “assinatura“ de Frank O. Gehry.
Sucede que em Portugal a adjudicação da obra pública, incluindo projectos de arquitectura, tem regras, nomeadamente as estabelecidas no Decreto-Lei 197/99, de 8 de Junho e demais legislação aplicável.
Assim, de acordo com o disposto no nº3 do artigo 179º do citado diploma legal, e citamos:“um terço do número máximo previsto de concorrentes que se pretende seleccionar pode ser directamente convidado para apresentar projectos ou planos sem necessidade de apresentação de candidaturas“.
Temos assim que este tipo de concurso/convite abrange dois grupos de profissionais:
- os VIP’S de renome internacional que são convidados a apresentar propostas e ficam dispensados de apresentar candidatura, o que quer dizer que ficam dispensados de recolher toda aquela papelada chata, designadamente os comprovativos de que não estão tesos (capacidade financeira), que não são bandidos (ausência de sanções disciplinares) e que não são caloteiros (ausência de dívidas ao Estado);
- o segundo grupo, os tais sem renome internacional, lá vão ter de arranjar a tal papelada.
Fica assim claro que por cada VIP há que arranjar três concorrentes para imolação.
Internacionalmente só sou conhecido pelos meus amigos de Madrid, Barcelona, Paris, Bruxelas, Londres, Macau e mais algum que agora não me lembro.
Para imolação não tenho vocação.
E mais uma vez, como já vem sendo tradição por estas bandas, vão-nos dizer que no Algarve não há arquitectos de qualidade suficiente para um projecto desta natureza, designadamente conceber uma sala com cento e oitenta lugares sentados, biblioteca, sala de exposições mais uns camarotes e uns bengaleiros (actual programa de ocupação).
DIANA ROSA
PONTE - Andorrahttp://dianarosaphotography.blogspot.com/
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
DESIGN CORK FOR FUTURE
Encontram-se expostos no Museu Colecção Berardo os protótipos das 37 peças que concorreram no Design Cork For Future, Innovation and Sustainability. Este concurso de design pretendia desenvolver novos produtos com aplicações inovadoras de cortiça, integrando diferentes tecnologias. Para além do concurso, esta iniciativa abrange um seminário que irá decorrer amanhã e a criação de uma marca nacional para comercialização de peças de cortiça com vista à conquista de novos mercados.
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
NOVO AEROPORTO DE LISBOA

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sexta-feira, 9 de maio de 2008
DA INFLAÇÃO E OUTRAS HISTÓRIAS
Os números são sempre complicados porque são laváveis, torcíveis, maleáveis. Como é o caso com a inflação. Para quem vai vivendo - para 90% dos portugueses – é muito bom que a inflação seja baixinha, como tem sido nesta década, porque o lenço do euro é sempre menos torcível do que o lençol do escudo.
Mas ultimamente as coisas complicaram-se.
No Mundo a inflação passou de 5% no início de 2007 para 7.5%. As causas são conhecidas: energia e alimentação tiveram subidas de preços fortíssimas. Repare-se no ritmo do petróleo. Em Janeiro de 2007 ainda o preço do barril estava próximo de 50 dólares. Actualmente passa 120. Isto é o que se costumava chamar choque petrolífero e que levou a recessão à Europa nos anos 70.
Mas a inflação é uma abstracção. Não existe.
Cada um tem a sua inflação porque cada um vive numa determinada região e cada um tem um determinado padrão de consumo. ie, cada pessoa consome determinados produtos em determinadas quantidades sempre diferentes de qualquer outra pessoa.
Vem isto a propósito da inflação actual.
Entre Setembro de 2007 e Março de 2008 os preços subiram 2.4%, em média. Mas os preços dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas subiram mais: 3,3%. Em regra, numa família com rendimento elevado esta classe (produtos alimentares e bebidas não alcoólicas) pesa pouco no total da despesa de consumo, enquanto que numa família pobre pesa muito. De forma mais simples, um pobre gasta relativamente mais em pão do que em avião do que um rico. Conclui-se que a inflação concreta que uma família pobre enfrenta tem sido mais alta do que a inflação concreta que afecta uma família de rendimento alto. Mas há mais. Desde Janeiro de 2006 até Março de 2008 os preços subiram 7% mas os produtos mais essenciais subiram mais: o pão subiu 12.3% e o leite 13,9%. Quer dizer, mesmo dentro dos produtos alimentares alguns produtos subiram muito agravando o efeito sobre os mais pobres, isto é tirando-lhes poder de compra.
Acresce que os salários e outros rendimentos que abrangem as pessoas normais têm aumentado 2 ou 3% enquanto que as retribuições dos accionistas e dos quadros superiores têm subido muito. É público. Ou seja, uma inflação mais penalizadora para os estratos mais débeis junta-se a uma forte assimetria na distribuição do rendimento. É a isto que se chama os pobres que paguem a crise.
Estas tendências não vão parar de repente.
Em 1º lugar, se o euro deixar de se apreciar face ao dólar, ie, se em vez de pagarmos 77 euros por barril de petróleo (que custa em dólares 120 USD) pagarmos 100 euros todos os produtos sofrerão aumentos extra. Em 2º lugar, a Ásia vai continuar a procurar alimentos e energia pressionando os preços. As terras de cultivo vão ser disputadas pelo biodisel acentuando o preço dos cereais e da carne.
O que Portugal e a Europa têm pela frente é uma situação potencial em que estratos assinaláveis da população têm quebras do seu rendimento real, reduções do poder de compra e do seu nível de vida e esses tendem a ser os estratos sociais mais frágeis. Esta coisa só poderia mudar se houvesse um novo paradigma para a política económica que desse a base ideológica a um governo Robin dos Bosques.
Isto não é previsível.
Não sendo previsível o sector da construção vai continuar partido. Os operadores ligados à construção de habitações baratas vão continuar a ter dificuldades em vender porque, primeiro, os sectores sociais para onde se orientam vão continuar a ser batidos pelo desemprego, pela precariedade, pela perda de poder de compra e, segundo, porque dependem do crédito bancário e os bancos estão a corrigir o tiro no crédito à habitação, por exemplo, restringindo por diversas formas a concessão de crédito. Basta, por exemplo, reduzirem as avaliações das casas, como está a acontecer, para aumentar a dificuldade de venda de imóveis da gama baixa e média.
Os operadores ligados à construção de luxo e a grandes projectos turísticos têm melhores condições de actividade e de escoamento da produção. Para as obras públicas as condições são mais incertas. Vão continuar dependentes dos ciclos políticos (nacional e autárquico) e da capacidade de normalização das contas públicas.
P.S.- uma forma de minorar o impacto da assimetria do rendimento sobre a construção é via relançamento do mercado de arrendamento. Pois claro. Mas em economia muitas e muitas vezes as boas intenções e os grandes planos não chegam. É o caso. Deixem os grandes planos para o arrendamento, deixem as autarquias quietas, não criem mais Institutos e Agências disto e daquilo. Se se pretende relançar o arrendamento urbano a receita é porem os Tribunais a funcionar.
Luis Rosa
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PROPOSTA DE REGULAMENTO DE URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO DE OLHÃO
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
HOSPITAL CENTRAL DO ALGARVE
Foi lançado o concurso para a construção do novo Hospital Central do Algarve. Segundo promessas do governo, terá valências actualmente inexistentes nos hospitais de Faro e Lagos e uma capacidade que permitirá servir a população do Algarve, residente e flutuante.
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terça-feira, 6 de maio de 2008
RELANÇAR O LINCE
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