terça-feira, 30 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
DIA EUROPEU SEM CARROS
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
BARCOS TRADICIONAIS DO GUADIANA
Galeões, chatas ou bateiras, navios, canoas, botes, lanchas, traineiras, barcaças, escalares, buques e pateiras. São nomes de tipos de barcos que navegavam no rio Guadiana até aos anos 60 e que José Murta Pereira se inspirou para criar um conjunto de réplicas. A exposição das peças está agora no Museu do Rio, em Guerreiros do Rio, de onde o artista é natural. 
(Museu do Rio)
terça-feira, 16 de setembro de 2008
UM COMENTÁRIO JÁ ANTIGO, QUE AINDA NÃO TINHA SIDO PUBLICADO
"Don'ana
Impregna-se a baunilha na maresia, percorre a textura rosa da falésia, a distância que define o tempo e que chega sem demora agora. As esponjas, as estrelas e os cavalos-marinhos brincam na areia molhada. Ecoam as frágeis vagas, timidamente, pelos socalcos rugosos das rochas. Preenche-se o espaço com a unidade duma esfera imóvel e sem idade, que logo se esfrangalha, em reminiscências várias, subindo de um palco sem tecto, levada pelo vento do afecto."
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
DECLARAÇÃO PRÉVIA -D.L. 259/2007

Antes do início da actividade, a declaração é preenchida em duplicado, sendo uma entregue na câmara e outra enviada para a Direcção Geral da Empresa.
Apesar de já se encontrar em vigor há um ano o D.L. 259/2007 passou despercebido por muitos sitios, tendo acontecido situações caricatas com a A.S.A.E. a exigir a entrega das declarações e as câmaras a olharem para os ditos papéis e a recuzarem dar entrada aos mesmos.
Este decreto vem ainda proibir a instalação de estabelecimentos que vendam bebidas alcoólicas junto de escolas básicas e secundárias, ficando o "junto" por definir por parte das autarquias.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
UM ÚNICO DECRETO LEI PARA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

"O regime jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e determinar as condições de segurança contra incêndio a aplicar a todas as utilizações de edifícios, bem como de recintos itinerantes ou ao ar livre, reunindo num único diploma legislação que actualmente se encontra dispersa por um número excessivo de diplomas avulsos.
O projecto contém um conjunto amplo de exigências técnicas aplicáveis à segurança contra incêndio, no que se refere à concepção geral da arquitectura dos edifícios e recintos a construir, alterar ou ampliar, às disposições sobre construção, às instalações técnicas e aos sistemas e equipamentos de segurança. Contempla, também, as necessárias medidas de autoprotecção e de organização de segurança contra incêndio, aplicáveis quer em edifícios existentes, quer em novos edifícios a construir..."
Aguardamos a sua publicação e entrada em vigor, com esperança de que agora acabem as interpretações pessoais sobre as leis, por parte de algumas delegações da A.N.P.C., baseadas por vezes em normas internas que ninguém conhece, ou manuais dos seguros sem qualquer valor legal, etc.
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
AINDA ESPANHA
O sector da construção em Espanha vai mal.Vai seguir-se o resto da economia.
Espanha teve nos últimos anos 10 anos um dinamismo elevado para o qual contribuiu um forte investimento em construção e em toda a actividade imobiliária: construção e desenvolvimento de projectos, comercialização, financiamento, actividades complementares (por ex. decoração), etc.
Esta história é conhecida e também se sabe que já acabou. Agora está tudo do avesso.
Da mesma forma que a expansão económica veio a par e suportou o imobiliário, agora, com menos dinheiro no bolso, e com a economia a crescer muito menos, o imobiliário espanhol sofre.
O que se passa?
Quando as pessoas sentem aumentos continuados na sua riqueza imobiliária –quando o preço do seu imóvel sobe mais do que a média dos preços – ajustam para cima os seus níveis de despesa, ou seja, sentem-se mais ricas e gastam mais. Por isso é que normalmente o aumento dos preços da habitação anda a par com o aumento do consumo.
Estes efeitos não têm nada de irrelevantes porque o imobiliário é um sector com muito peso e também porque a riqueza imobiliária é uma parte significativa da riqueza - dos activos - de uma família e um impacto sobre essa componente tem efeitos poderosos e prolongados sobre o comportamento das famílias.
O que vai acontecer agora em Espanha é a queda do imobiliário pressionar para baixo o consumo e o ritmo económico o que por sua vez vai agravar a situação no imobiliário. Entra-se num círculo vicioso descendente para que os desequilíbrios se reduzam.
Os proprietários vão sentir o seu património desvalorizado e vão ajustar as despesas tendo em conta esse novo valor. Isso não acontece se se pressente que essa queda dos preços é temporária e que dentro em pouco tudo volta a ser como dantes. Infelizmente há pouca convicção de que esta seja a versão que vai vingar. Por isso, os consumidores espanhóis vão controlar muito bem as suas despesas nos próximos tempos. A actividade está em queda, o desemprego a subir e o rendimento disponível vai ressentir-se.
Mas nestas coisas não há só quem perca. Quem não tem património imobiliário ou se esse património é insuficiente – por exemplo, famílias jovens que querem comprar casa pela primeira vez – vai encontrar imóveis disponíveis mais baratos. Do mesmo modo, os inquilinos podem ter possibilidade de ver controladas as rendas, nomeadamente, por via do aumento da oferta de casas para arrendar.
Este é um dos mecanismos económicos que pouco a pouco vai tender a repor alguma normalidade no mercado imobiliário. Por outro lado, diz-nos quais podem ser as áreas do imobiliário espanhol que se podem manter à tona de água: o arrendamento e a procura inicial das famílias jovens. Pode tentar-se ajustar a oferta a este tipo previsível de procura: pequenas tipologias, casas com soluções modernas, com boa envolvente urbana, etc. Será isto?
Então e nós?
Em Portugal este boom dos imóveis nos últimos anos não aconteceu.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) entre 2000 e 2006 o valor dos prédios urbanos hipotecados (Continente) subiu 5,8% ao ano. Uma taxa moderada.
Isto foi assim porquê? Porque andamos em dieta desde 2000. O nosso crescimento tem sido muito baixo, os salários não sobem, estamos a digerir as dívidas contraídas nos anos de viragem do século e as finanças do Estado estiveram pelas ruas da amargura. Por causa da dieta rigorosa de vários anos podemos ir a banhos neste Verão de 2008 em melhores condições do que os gordos dos espanhóis. Somos mais pequeninos que eles mas estamos agora menos gordos. É caso para se dizer bendita dieta!
Ainda assim convém por umas velinhas a São Trichet – o sr. do Banco Central Europeu – para que as taxas de juro baixem e baixem com elas os nossos encargos com a dívida à banca. Em Junho e segundo dados do Banco de Portugal, os particulares deviam à banca 132 459 milhões de euros e o crédito de cobrança duvidosa era cerca de 2%. O endividamento tem continuado a subir de ano para ano mas tem abrandado.
O que se passa em Portugal e em Espanha é também um processo de aprendizagem por parte das famílias e das empresas sobre tomada de decisões em ambiente de taxas de juro baixas e de câmbios fixos (na Zona Euro). Isto é, o euro veio criar novas regras que todos vão ter de aprender, se possível, sem dor. Temos de sentir que dinheiro fácil e taxas de juro baixas não é equivalente a acabaram as dificuldades. As dificuldades não desapareceram foram apenas trocar de roupa.
Nós já começámos a aprender a conviver com dinherio fácil e taxas de juro baixas. Os espanhóis vão também ter de decorar esta tabuada.
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segunda-feira, 1 de setembro de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
OLEAR ESTA CAMPANHA
A A.M.I. lançou uma campanha de reciclagem de óleo alimentar, criando uma rede nacional de pontos de recolha. As entidades que pretenderem colaborar (juntas de freguesia, escolas, restaurantes, supermercados, etc) podem aderir através do site.
"O óleo alimentar que não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Por isso é importante que pense bem antes de o deitar fora. Até hoje, o principal destino dos óleos usados em Portugal tem sido o despejo na rede de esgotos e este é um dos maiores erros que pode cometer.
Porquê?
Porque, quando lançados nas redes de drenagem de águas residuais, os óleos poluem e obstruem os filtros existentes nas ETAR’s, tornando-se assim um grande obstáculo ao seu bom funcionamento.
Simples gestos fazem a diferença
Ao aderir ao projecto de Recolha de Óleos Alimentares Usados não só evita a poluição da água como está a transformar o óleo em Biodiesel, uma fonte renovável de energia que diminui as emissões de CO2. Além disso, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social em Portugal."
No concelho de Loulé os aderentes são:
Loulé- Pastelaria a Morgadinha, Churrasqueira Serradinho, Oficina do Sabor.
Quarteira- Restaurante Fernando`s Hideaway, Pastelaria As Dunas, Casa dos Caçadores, Sambo Gago.
Vilamoura - Snack bar Vila Flor, Restaurante a Broa
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
PRAIA DE FARO
Foi lançado o CONCURSO PÚBLICO DE IDEIAS - REQUALIFICAÇÃO E ORDENAMENTO DA FRENTE DE MAR DA PRAIA DE FARO, promovido pela Direcção Regional da Economia do Algarve.
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sexta-feira, 18 de julho de 2008
FORTE NOVO
Ao contrário de outras praias que irão ter um reforço de areia, esta parece ser que apenas irá receber vedações das zonas em riso de queda.
Tantos anos após a queda do Forte continuamos e pelos vistos continuaremos a assitir ao desbaste da arriba.
As ondas quando avançam para a praia trazem areia mas ao recuarem arrastam-na para o mar.
Este não é um problema de Quarteira, ou do Algarve, é um problema que afecta grande parte da nossa costa, colocando construções e vidas humanas em perigo.
Já existem técnicas que não só evitam que o mar leve a areia da praia e avançe costa dentro como ainda promovem a reposição de areia nas praias. Um dos métodos já testados consiste em canalizar as águas da superfície para um canal subterrâneo que as devolve ao mar, evitando que a areia seja arrastada. Ao evitar o recuo das ondas à superfície apenas passará a haver o depósito de areia na praia, aumentando o areal.
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THE STORYTELLER
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CONCENTRAÇÃO DE FARO 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
TORRES DINÂMICAS

As Torres Dinâmicas são os primeiros edifícios rotativos construídos no mundo, inaugurando uma nova era na arquitectura.
Concebidas pelo arquitecto italiano David Fisher, têm como uma das principais características o facto de cada piso poder rodar sobre o eixo, tirando partido das vistas, da exposição solar, etc.
As primeiras torres estão a ser construídas no Dubai e em Moscovo. A torre do Dubai terá 80 andares num total de 420 m de altura, apartamentos com 124 m2 e villas com 1200 m2 mais uma área de estacionamento em cada uma, sendo os veículos transportados de elevador para cada piso. Os fogos serão equipados com os mais recentes sistemas de domótica, incluindo activação de comandos por voz. O edifício terá 20 pisos destinados a escritórios e 14 ocupados por um hotel de luxo.
O edifício será capaz de gerar a energia necessária ao seu uso, nomeadamente através da colocação de células fotovoltaicas no telhado de cada piso, turbinas que funcionarão através do vento colocadas horizontalmente de modo a que fiquem praticamente invisiveis.


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quinta-feira, 10 de julho de 2008
AVALIAÇÃO AMBIENTAL DOS P.M.O.T.s
link para o guia
"A avaliação ambiental dos PMOT tem vindo a suscitar dúvidas, constituindo uma questão de grande actualidade na prática quotidiana dos municípios e das CCDR.
Consciente dessa actualidade, a DGOTDU preparou um Guia da Avaliação Ambiental dos PMOT, destinado a esclarecer os municípios sobre os procedimentos e as metodologias a utilizar na aplicação da lei. Este trabalho foi desenvolvido em articulação com a APA, na sequência da transposição para o direito português da directiva comunitária relativa à avaliação ambiental estratégica de programas e planos, encontrando-se concluído em versão pré-final.
No âmbito deste processo, a DGOTDU, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), vão realizar um conjunto de 5 seminários de sensibilização e debate, durante o mês de Julho, um em cada uma das regiões do Continente. (ver calendário)"
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
PLANO ESTRATÉGICO DE HABITAÇÃO (estudo)
(Alojamentos vagos)
"É o fim dos bairros sociais. E da solução dos problemas habitacionais através da entrega de uma casa. Em vez de mandar construir mais fogos para as 40 mil famílias que têm necessidade imediata de habitação, o Estado deverá dinamizar o mercado de arrendamento e ser ele próprio a adquirir ou arrendar imóveis, para constituir uma bolsa de fogos com que possa resolver algumas das carências habitacionais detectadas.Esta é uma das propostas incluídas no Plano Estratégico da Habitação (PEH), um documento que prevê uma alteração profunda nas políticas públicas, em que o Estado é retirado do seu papel de interventor directo e provisor das populações, para o colocar em funções de maior regulação e fiscalização. O papel principal vai ser atribuído às câmaras e a materialização da estratégia deverá dar lugar a muitas parcerias público-privadas...."
Documentos disponíveis:
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
INSCRIÇÃO DE ALOJAMENTO LOCAL
Foi publicada hoje a Portaria que estabelece os requisitos mínimos para os estabelecimentos de alojamento local. Para quem tem apartamentos ou moradias para alugar terá de começar por preencher este requerimento e entregar (com mais 3 ou 4 ou 5 papelinhos) na respectiva Câmara Municipal.
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