quinta-feira, 29 de maio de 2008
WORKSHOP - QUE MUDANÇAS
Esta realização, poderá ajudar bastante a desanuviar a confusão que se instalou, quer do lado dos projectistas, quer da parte das entidades, no modo de interpretar e lidar com as leis actualmente em vigor relativas aos projectos de urbanismo e arquitectura.
Regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial (RJIGT)
Conteúdo:
-Tipologia dos planos
- Funções dos planos
- Efeitos jurídicos dos planos
- Procedimento de elaboração e de modificação dos planos
- Relacionamento entre os vários instrumentos de gestão territorial
- Execução dos planos
- Perequação de beneficios e encargos
Regime jurídico de urbanização e edificação
Conteúdo:
- Caracterização das operações urbanísticas
- Procedimentos de controlo prévio : licenciamentos, autorizações e comunicações prévias
- Validade e eficácia dos actos de controlo prévio ( taxas e encargos urbanísticos, caducidade, invalidade e contencioso)
- Procedimentos complexos (articulação com outros regimes legais, designadamente de restauração e bebidas).
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segunda-feira, 26 de maio de 2008
LE CORBUSIER
Passados 120 sobre o seu nascimento, o Museu Berardo, organiza a primeira grande exposição em Portugal, deste arquitecto cuja produção criativa passou também pela pintura, design, escultura, cinema e literatura.
Le Corbusier é considerado um dos maiores arquitectos do séc. XX, pela forma radical e inovadora (à época) de fazer arquitectura.
Le Corbusier fez projectos para diversos paises para além da Europa, nomeadamente Argélia, Estados Unidos, India, Brasil e Argentina, tendo as viagens a estes dois últimos marcado fortamente as suas obras posteriores.
(Litografia "Composição II")Na exposição agora inaugurada em Lisboa, podem ver-se maquetes dos seus projectos, pinturas, esculturas, desenhos, peças de mobiliário e objectos da sua colecção particular.Foi também elaborada uma lista de 23 obras candidatas a património mundial da UNESCO.
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sexta-feira, 23 de maio de 2008
MASDAR INSISTE
Este nível de desenvolvimento não é sustentável.
Nos Emirados Árabes Unidos, está a ser desenvolvido um projecto que se pretende um modelo de cidade ecológica, “The Masdar Developement”. O plano é fruto de uma inovadora cooperação internacional e tem por objectivo criar uma cidade perto de Abu Dhabi com uma área de 6 km2 para uma população de 47 000 habitantes, livre de emissões de carbono e sem recurso ao petróleo. Os projectos foram atribuídos a “Foster + Partners” .As principais fontes de energia são a solar e a eólica, estando os edifícios projectados com uma proximidade tal que permitam criar sombras uns sobre os outros como forma de diminuir o impacto das altas temperaturas que o deserto à volta produz.
Em Janeiro de 2008, Masdar organizou a 1ª “World Future Energy Summit”, uma conferência que pretendia apresentar caminhos para mudar o rumo ao crescente aquecimento global e à poluição.
Está prevista a inauguração da cidade de Masdar em final de 2009.
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ESTRADA NACIONAL 125
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sexta-feira, 16 de maio de 2008
CENTRO CULTURAL DE QUARTEIRA
Foi anunciada a intenção de contratar um arquitecto de renome internacional para a elaboração do projecto do Centro Cultural de Quarteira.
Várias razões podem presidir esta decisão.
Convidando uma arquitecto internacionalmente reconhecido pode, per si, constituir garantia de que o resultado final seja de grande qualidade arquitectónica. Por outro lado - e já começa a ser pratica corrente - as obras de “assinatura“ têm constituído uma mais valia para as cidades que as acolhem. Basta ver o designado “efeito Bilbao“ após a construção do Museu Guggenheim, com a “assinatura“ de Frank O. Gehry.
Sucede que em Portugal a adjudicação da obra pública, incluindo projectos de arquitectura, tem regras, nomeadamente as estabelecidas no Decreto-Lei 197/99, de 8 de Junho e demais legislação aplicável.
Assim, de acordo com o disposto no nº3 do artigo 179º do citado diploma legal, e citamos:“um terço do número máximo previsto de concorrentes que se pretende seleccionar pode ser directamente convidado para apresentar projectos ou planos sem necessidade de apresentação de candidaturas“.
Temos assim que este tipo de concurso/convite abrange dois grupos de profissionais:
- os VIP’S de renome internacional que são convidados a apresentar propostas e ficam dispensados de apresentar candidatura, o que quer dizer que ficam dispensados de recolher toda aquela papelada chata, designadamente os comprovativos de que não estão tesos (capacidade financeira), que não são bandidos (ausência de sanções disciplinares) e que não são caloteiros (ausência de dívidas ao Estado);
- o segundo grupo, os tais sem renome internacional, lá vão ter de arranjar a tal papelada.
Fica assim claro que por cada VIP há que arranjar três concorrentes para imolação.
Internacionalmente só sou conhecido pelos meus amigos de Madrid, Barcelona, Paris, Bruxelas, Londres, Macau e mais algum que agora não me lembro.
Para imolação não tenho vocação.
E mais uma vez, como já vem sendo tradição por estas bandas, vão-nos dizer que no Algarve não há arquitectos de qualidade suficiente para um projecto desta natureza, designadamente conceber uma sala com cento e oitenta lugares sentados, biblioteca, sala de exposições mais uns camarotes e uns bengaleiros (actual programa de ocupação).
DIANA ROSA
PONTE - Andorrahttp://dianarosaphotography.blogspot.com/
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
DESIGN CORK FOR FUTURE
Encontram-se expostos no Museu Colecção Berardo os protótipos das 37 peças que concorreram no Design Cork For Future, Innovation and Sustainability. Este concurso de design pretendia desenvolver novos produtos com aplicações inovadoras de cortiça, integrando diferentes tecnologias. Para além do concurso, esta iniciativa abrange um seminário que irá decorrer amanhã e a criação de uma marca nacional para comercialização de peças de cortiça com vista à conquista de novos mercados.
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
NOVO AEROPORTO DE LISBOA

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sexta-feira, 9 de maio de 2008
DA INFLAÇÃO E OUTRAS HISTÓRIAS
Os números são sempre complicados porque são laváveis, torcíveis, maleáveis. Como é o caso com a inflação. Para quem vai vivendo - para 90% dos portugueses – é muito bom que a inflação seja baixinha, como tem sido nesta década, porque o lenço do euro é sempre menos torcível do que o lençol do escudo.
Mas ultimamente as coisas complicaram-se.
No Mundo a inflação passou de 5% no início de 2007 para 7.5%. As causas são conhecidas: energia e alimentação tiveram subidas de preços fortíssimas. Repare-se no ritmo do petróleo. Em Janeiro de 2007 ainda o preço do barril estava próximo de 50 dólares. Actualmente passa 120. Isto é o que se costumava chamar choque petrolífero e que levou a recessão à Europa nos anos 70.
Mas a inflação é uma abstracção. Não existe.
Cada um tem a sua inflação porque cada um vive numa determinada região e cada um tem um determinado padrão de consumo. ie, cada pessoa consome determinados produtos em determinadas quantidades sempre diferentes de qualquer outra pessoa.
Vem isto a propósito da inflação actual.
Entre Setembro de 2007 e Março de 2008 os preços subiram 2.4%, em média. Mas os preços dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas subiram mais: 3,3%. Em regra, numa família com rendimento elevado esta classe (produtos alimentares e bebidas não alcoólicas) pesa pouco no total da despesa de consumo, enquanto que numa família pobre pesa muito. De forma mais simples, um pobre gasta relativamente mais em pão do que em avião do que um rico. Conclui-se que a inflação concreta que uma família pobre enfrenta tem sido mais alta do que a inflação concreta que afecta uma família de rendimento alto. Mas há mais. Desde Janeiro de 2006 até Março de 2008 os preços subiram 7% mas os produtos mais essenciais subiram mais: o pão subiu 12.3% e o leite 13,9%. Quer dizer, mesmo dentro dos produtos alimentares alguns produtos subiram muito agravando o efeito sobre os mais pobres, isto é tirando-lhes poder de compra.
Acresce que os salários e outros rendimentos que abrangem as pessoas normais têm aumentado 2 ou 3% enquanto que as retribuições dos accionistas e dos quadros superiores têm subido muito. É público. Ou seja, uma inflação mais penalizadora para os estratos mais débeis junta-se a uma forte assimetria na distribuição do rendimento. É a isto que se chama os pobres que paguem a crise.
Estas tendências não vão parar de repente.
Em 1º lugar, se o euro deixar de se apreciar face ao dólar, ie, se em vez de pagarmos 77 euros por barril de petróleo (que custa em dólares 120 USD) pagarmos 100 euros todos os produtos sofrerão aumentos extra. Em 2º lugar, a Ásia vai continuar a procurar alimentos e energia pressionando os preços. As terras de cultivo vão ser disputadas pelo biodisel acentuando o preço dos cereais e da carne.
O que Portugal e a Europa têm pela frente é uma situação potencial em que estratos assinaláveis da população têm quebras do seu rendimento real, reduções do poder de compra e do seu nível de vida e esses tendem a ser os estratos sociais mais frágeis. Esta coisa só poderia mudar se houvesse um novo paradigma para a política económica que desse a base ideológica a um governo Robin dos Bosques.
Isto não é previsível.
Não sendo previsível o sector da construção vai continuar partido. Os operadores ligados à construção de habitações baratas vão continuar a ter dificuldades em vender porque, primeiro, os sectores sociais para onde se orientam vão continuar a ser batidos pelo desemprego, pela precariedade, pela perda de poder de compra e, segundo, porque dependem do crédito bancário e os bancos estão a corrigir o tiro no crédito à habitação, por exemplo, restringindo por diversas formas a concessão de crédito. Basta, por exemplo, reduzirem as avaliações das casas, como está a acontecer, para aumentar a dificuldade de venda de imóveis da gama baixa e média.
Os operadores ligados à construção de luxo e a grandes projectos turísticos têm melhores condições de actividade e de escoamento da produção. Para as obras públicas as condições são mais incertas. Vão continuar dependentes dos ciclos políticos (nacional e autárquico) e da capacidade de normalização das contas públicas.
P.S.- uma forma de minorar o impacto da assimetria do rendimento sobre a construção é via relançamento do mercado de arrendamento. Pois claro. Mas em economia muitas e muitas vezes as boas intenções e os grandes planos não chegam. É o caso. Deixem os grandes planos para o arrendamento, deixem as autarquias quietas, não criem mais Institutos e Agências disto e daquilo. Se se pretende relançar o arrendamento urbano a receita é porem os Tribunais a funcionar.
Luis Rosa
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Marcadores: Economia
PROPOSTA DE REGULAMENTO DE URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO DE OLHÃO
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
HOSPITAL CENTRAL DO ALGARVE
Foi lançado o concurso para a construção do novo Hospital Central do Algarve. Segundo promessas do governo, terá valências actualmente inexistentes nos hospitais de Faro e Lagos e uma capacidade que permitirá servir a população do Algarve, residente e flutuante.
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terça-feira, 6 de maio de 2008
RELANÇAR O LINCE
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quarta-feira, 30 de abril de 2008
DALAI LAMA
Perguntaram ao Dalai Lama
"O que mais o surpreende na Humanidade?"
E ele respondeu:
Tamanha sabedoria inspirou-nos. Voltamos 2ª feira.
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REPETIRAM A PUBLICAÇÃO ?
EM 28 de Abril é publicada em D.R. I série a Portaria 326/2008, sobre o mesmo assunto.
Analisando artigo a artigo, anexo a anexo, as duas portarias, não conseguimos detectar diferenças, incluindo a data de aprovação que é de 11 de Abril.
Mistério!
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terça-feira, 29 de abril de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
DIA MUNDIAL DO DESIGN
No programa da escola lia-se: “É nossa intenção formar um novo tipo de artista criador, capaz de compreender qualquer espécie de necessidade: não porque seja um prodígio, mas porque é capaz de abordar as necessidades humanas segundo um método exacto. Desejamos torná-lo consciente do seu poder criador, ousado frente aos factos novos e independente, no seu próprio trabalho, de qualquer espécie de fórmula.”
O design pretendia colocar os artistas ao serviço das pessoas, crindo objectos para uso quotidiano e não apenas peças únicas e inacessíveis à maioria das pessoas.
Um designer é aquele que cria formas que sejam:
- funcionais
- despojadas de elementos acessórios
- com qualidade
- acessiveis à maioria das pessoas
- esteticamente agradáveis
O ovo costuma ser apontado como um exemplo da natureza que reúne estes princípios.
Não confundir design com estilismo.
O estilismo procura dar um aspecto de actualidade ou de moda a um objecto, aposta mais na fantasia, no aspecto escultórico procurando dar uma aparência de acordo com as últimas tendências. O aspecto da economia e da funcionalidade não são fundamentais.
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
EMPREENDIMENTO TURÍSTICO- ARMAÇÃO DE PÊRA
O local de intervenção constitui um momento particular da evolução urbana de Armação de Pêra.
Trata-se de um território com aproximadamente 5.8 ha, inculto, sem elementos orográficos relevantes, confinante a Poente com as “ traseiras “ do limite urbano existente, e a Nascente com a Ribeira de Alcantarilha, cujas margens urge tratar com dignidade, como, aliás, é tradição de qualquer assentamento urbano mediterrânico: basta lembrar os exemplos de Tavira, Vila Real de Santo António, ...Silves no passado ..., para citar situações no Algarve.
Trata-se assim de um território residual, quase que “esquecido“, vocacionado para uma ocupação urbanística, que deve contribuir para ordenar, qualificar e consolidar a malha urbana existente.
A proposta foi elaborada com base nos seguintes critérios e conceitos urbanísticos:
a área de intervenção constitui um território vocacionado para a ocupação urbanística, com características excepcionais para a instalação de empreendimentos turísticos e usos habitacionais;
constitui um “momento“ da história da evolução da urbe: a sua particularidade reside em ser um espaço de consolidação da malha existente, espaço aqui também entendido como “oportunidade“ para contribuir objectivamente para o aumento da qualidade urbanística do existente;
este entendimento de “oportunidade“ conduziu à criação de amplos espaços de usufruto público, com a criação de extensos percursos pedonais de acesso à praia; pretende-se assim criar condições para a melhoria, qualitativa, paisagística e ambiental deste também “último“ episódio da evolução da cidade.
Os edifícios projectados, um Hotel e um Aparthotel - totalizando uma área de construção de aproximadamente 29 000 m2 - estão envolvidos por amplos espaços de usufruto público, que integram grandes zonas verdes, lagos e reconversão das margens da ribeira.
O aparthotel totaliza 5 pisos e o edifício do hotel, a sul, tem apenas 2 pisos.
A intervenção urbanística proposta constitui indubitavelmente uma mais valia para as condições de vida dos residentes e visitantes, bem como um forte contributo para a atractibilidade de Armação de Pêra.















